Educação indócil: ação e militância na educação

Autores

  • Lígia Caroline Pereira Pimenta UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESPÍRITO SANTO - PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM PSICOLOGIA INSTITUCIONAL
  • Ana Paula Figueiredo Louzada UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESPÍRITO SANTO - PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM PSICOLOGIA INSTITUCIONAL
  • Fernando Yonezawa UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESPÍRITO SANTO - PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM PSICOLOGIA INSTITUCIONAL

DOI:

https://doi.org/10.12957/riae.2017.31716

Palavras-chave:

política, educação, ocupações, vida ativa, militância.

Resumo

Este artigo tem o objetivo de refletir sobre o movimento das ocupações estudantis às escolas secundaristas, ocorridas em 2016, bem como analisar seus efeitos no cotidiano de uma escola municipal de Educação de Jovens e Adultos da cidade de Vitória (ES). Para tanto, nos basearemos nas concepções de vita activa e de política de Hannah Arendt e traremos narrativas de alguns momentos vividos pelos atores desta escola durante as ocupações. Estaremos, ainda, norteados pela metodologia da pesquisa-intervenção em Análise Institucional para a realização destas análises. Assim, pretendemos compreender como a atuação da escola perfaz a construção de uma vida ativa e, ao mesmo tempo, reafirma a produção de uma educação militante.

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Publicado

16-12-2017

Como Citar

PIMENTA, Lígia Caroline Pereira; LOUZADA, Ana Paula Figueiredo; YONEZAWA, Fernando. Educação indócil: ação e militância na educação. Revista Interinstitucional Artes de Educar, [S. l.], v. 3, n. 2, p. 130–144, 2017. DOI: 10.12957/riae.2017.31716. Disponível em: https://www.e-publicacoes.uerj.br/riae/article/view/31716. Acesso em: 18 maio. 2024.