Experimentações e fragmentações no surrealismo de André Breton (1917-1935):
um contraste ético entre diferentes estilos de existência.
Palavras-chave:
Surrealismo, André Breton, Ética, Estilo de existência, SurrealismoResumo
https://doi.org/10.1590/2179-8966/2025/92244
O artigo tem como objetivo geral reler a trajetória controvertida do poeta, escritor e expoente máximo do surrealismo francês, André Breton (1896-1966), no período entre 1917 e 1935. De modo específico, faremos essa releitura a partir de um fio condutor propriamente ético, ou seja, como a busca pela definição de um estilo de existência que combinaria, de modo singular, o binômio arte e revolta, herdado do século XIX. No interior dessa hipótese, pretendemos demonstrar, especificamente, que essa relação, em Breton, contém uma forte orientação anticínica, tendo como referência as aulas de Foucault sobre o cinismo na Antiguidade. Esse movimento é explicado por meio das controvérsias do poeta com o dadaísmo, a militância comunista e a obra de Antonin Artaud.
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Copyright (c) 2025 Luiz Felipe Teves de Paiva Sousa, Alexandre Fabiano Mendes, Guilherme Alfradique Klausner (Author)

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