Resistência legítima e os sentidos de democracia em disputa
repressão estatal e os protestos de 2013
Palavras-chave:
Resistência legítima, Mobilização jurídica, Junho de 2013, Repressão estatal, Análise de enquadramento, Controle de protestosResumo
https://doi.org/10.1590/2179-8966/2025/88160
Este artigo investiga as divergências teóricas sobre os limites da resistência legítima a partir das distinções entre as perspectivas liberal e de esquerda conforme desenhadas por Brown e Halley em sua crítica à mobilização jurídica. Ao examinar o caso brasileiro, os protestos de junho de 2013 são utilizados como um exemplo ilustrativo para entender como a visão liberal sobre os limites da resistência se concretiza nos enquadramentos interpretativos promovidos pela repressão estatal. Por fim, o texto aponta que as controvérsias em torno da legitimidade de certas mobilizações sociais refletem uma divergência mais profunda em relação aos diferentes sentidos de democracia.
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Copyright (c) 2025 Sofia Bordin Rolim (Autor/a)

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