“Uma outra ‘encrenca’ nacional é o café”
o racismo versus as políticas antirracistas nas fazendas cafeeiras
DOI :
https://doi.org/10.12957/revmar.2026.89561Mots-clés :
Racismo, Turismo, Cafeicultura, História OralRésumé
Os cafezais do Vale do Paraíba fluminense – símbolo de riqueza dos chamados barões do café – estiveram vinculados à escravidão de milhares de pessoas oriundas da diáspora africana. Buscou-se, neste artigo, discutir as denúncias feitas pela jornalista Cecilia Oliveira no site Intercept Brasil que resultaram na instrução do Termo de Ajustamento de Conduta, assim como a ação de algumas pessoas diretamente envolvidas na implementação das políticas antirracistas, como: o procurador da República Júlio José Araújo Júnior, o representante do Grupo de Trabalho Voluntário João Alípio de Oliveira Cunha e a líder do jongo de Pinheiral Maria de Fátima Silveira Santos. Dessa maneira, a história oral aproxima-se do direito para analisar as políticas antirracistas de uma sociedade que carrega no seu bojo quase quatro séculos de escravidão.
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© Cíntia Valéria Wagner, Roberta Barros Meira, Patrícia de Oliveira Areas 2026

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