MEMÓRIAS SENTIMENTAIS (E CRÍTICAS) DE UM PROGRAMA DE INICIAÇÃO À DOCÊNCIA: O PONTO DE VISTA DO PIBID HISTÓRIA UFF 2014

Everardo Paiva de Andrade

Resumo


O presente trabalho reflete, antes de mais nada, o modo de inserção de um coordenador de área do PIBID no próprio Programa e a maneira pela qual ele produz sentidos, se apropria e compartilha significados coletivamente mobilizados. Discute a formação de professores sob a perspectiva estratégica da iniciação à docência como eixo articulador e finalidade principal do PIBID. Sugere que o Programa agrega valores novos à formação implementada pelos cursos de licenciatura em ambiente universitário, tradicionalmente subordinados ao bacharelado, tais como a centralidade da reflexão sobre a prática e o horizonte da educação e do ensino escolar. Conclui pela multiplicidade de PIBIDs em face da diversidade de experiências formativas vinculadas às áreas de conhecimento.


Palavras-chave


Cultura escolar. Formação de professores. Iniciação à docência. PIBID de História. Relação universidade / escola

Texto completo:

PDF

Referências


ANDRADE, Everardo Paiva de Andrade; ALMEIDA, Juniele Rabêlo de; CABECEIRAS, Manuel Rolph de Viveiros; DEZEMONE, Marcus Ajuruam de Oliveira. PIBID. Relatório de atividades 2015. Niterói – RJ: PROGRAD / UFF, 2015. 87 p.

ANDRADE, Everardo Paiva de; ALMEIDA, Juniele Rabêlo de; CABECEIRAS, Manuel Rolph de Viveiros; DEZEMONE, Marcus Ajuruam de Oliveira. PIBID. Universidade e escola formando professores de História. São Paulo – SP: Letra e Voz, 2015. 230 p.

ANDRADE, Oswald de. Memórias sentimentais de João Miramar. 3ª ed., Rio de Janeiro – RJ: Civilização Brasileira, 1971. Disponível em http://www.aedi.ufpa.br/parfor/letras/images/documentos/atividadesadistancia_jan2016/Francisco_ewerton/memorias_sentimentais_de_joao_miramar_-_%20oswald_%20de_andrade.pdf. Acesso em 27/06/2016.

BRASIL. Resolução CNE/CP nº 1, de 18/02/2002. Brasília – DF: Conselho Nacional de Educação, 2002. Disponível em http://portal.mec.gov.br/cne/arquivos/pdf/rcp01_02.pdf. Acesso em 28/02/2016.

CERTEAU, Michel de. A invenção do cotidiano, 1. Artes de fazer. 17ª ed., Petrópolis – RJ: Vozes, 2011. 320 p.

CONTRERAS, José. A autonomia de professores. São Paulo – SP: Cortez, 2002. 296 p.

ESTEBAN, Maria Teresa. Diferença, aprendizagens e avaliação: perspectiva pós-colonial e escolarização. In: AFONSO, Almerindo Janela; ESTEBAN, Maria Teresa (Orgs.). Olhares e interfaces: reflexões críticas sobre a avaliação. São Paulo – SP: Cortez, 2010. 176 p.

FORQUIN, J.C. Saberes escolares, imperativos didáticos e dinâmicas sociais. In: Teoria e Educação, 5. Porto Alegre: Pannonica, 1992. p. 28-49.

GABRIEL ANHORN, Carmen Teresa. Usos e abusos do conceito de transposição didática: considerações a partir do campo disciplinar da História. In: Anais do IV Seminário Perspectivas do Ensino de História. Ouro Preto – MG: IV SPEH, 2001. 6 p. Disponível em http://www.vdl.ufc.br/solar/aula_link/lmat/A_a_H/didatica_I/aula_04-5120/imagens/01/usos_abusos_transposicao_didatica.pdf. Acesso em 27/06/2016

GABRIEL, Carmen Teresa Anhorn. Usos e Abusos do conceito de transposição didática; considerações a partir do campo disciplinar de História. In: Anais do IV Seminário Perspectivas do Ensino de História. Ouro Preto: 2001. 5 p.

GATTI, Bernadete. Formação de professores: licenciaturas, currículos e políticas. In: Movimento – Revista de Educação, nº 2. Niterói – RJ: FEUFF / PPGE, 2015. 18 p.




DOI: https://doi.org/10.12957/riae.2016.25694

Apontamentos

  • Não há apontamentos.


e-ISSN: 2359-6856

 


Esta obra está licenciada com uma Licença Creative Commons Atribuição-NãoComercial 4.0 Internacional.

 

 

Indexada em:


 

 

Realização: