Palavras lidas

Camila Santos Pereira

Resumo


Números correm fora do controle. Estatísticas de mortes evitáveis crescem, em um ritmo frenético, descontrolado, mas prenunciável, e denunciam o abandono, a precarização. O texto apresenta uma reflexão sobre leituras, entendendo as palavras como as melhores e piores companhias. Tratamos das palavras que caminham juntas com o estado de (sobre)vivência, no Brasil, durante a pandemia do Covid-19, cercando sobretudo pessoas negras e/ou LGBTI+. Mergulhar na literatura equivale a entrar em outra dimensão, na qual a realidade brutal, vivida diariamente, não nos faça reféns. Podemos confrontar a desumanidade, em outras magnitudes, portanto, descrevendo as relações complexas que o ato de ler nos proporciona. Da escrevivência nos servimos e compartilhamos seu feito em quem escrevive.


Palavras-chave


Leitura. Pandemia. Escrevivência.

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Referências


ABREU, Caio Fernando. Morangos mofados. São Paulo: Companhia das letras, 2019.

BOJUNGA, Lygia. O sofá estampado. Rio de Janeiro: Casa Lygia Bojunga, 2016.

EVARISTO, Conceição. Olhos d'água. Rio de Janeiro: Pallas Editora, 2016.

POLESSO, Natalia Borges. Amora. Porto Alegre: Editora Dublinense, 2016.

SANTANA, Tayrine; ZAPPAROLI, Alecsandra. Conceição Evaristo “a escrevivência serve

também para as pessoas pensarem”. Itaú Social. Disponível em:

<www.itausocial.org.br/noticias/conceicao-evaristo-a-escrevivencia-serve-tambem-para-as-

pessoas-pensarem/>. Acesso em: 26 abr. 2021.




DOI: https://doi.org/10.12957/redoc.2021.59477

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