CLASSIFICAÇÃO GENÉRICA DOS SUBSTANTIVOS EM PORTUGUÊS: UMA PROPOSTA DIDÁTICA SOB A PERSPECTIVA DA IMANÊNCIA DOS GÊNEROS

José Mario Botelho

Resumo


Nos dias atuais, depois de a própria Tradição Gramatical, em sua representação maior da atualidade – o gramático Bechara (1999) – ter dado um novo tratamento àquela questão acerca do gênero dos nomes, ainda há quem considere flexão a formação de feminino dos substantivos. Logo, ainda cabe procurarmos refletir sobre se constitui uma flexão essa variação de gênero de certos substantivos, em cuja formação se verifica o acréscimo de “-a”, como marca de gênero. Também, devemos refletir acerca do que fundamenta a asserção de que o referido elemento mórfico não é simplesmente uma marca de gênero, mas um elemento formador de feminino (sufixo de gênero) e ao mesmo tempo um elemento atualizador. Neste artigo, pretendemos dirimir tais dúvidas e apresentar subsídios para novos estudos do tema, como também apresentar uma descrição crítica de tudo que cerca o assunto. Acreditando no caráter imanente do gênero dos substantivos em português, demonstraremos que a formação do feminino opositivo não constitui uma flexão e apresentaremos uma proposta didática para o ensino da formação do feminino dos substantivos em português.

Palavras-chave


Flexão. Gênero. Substantivos. Formação de feminino. Proposta didática

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DOI: https://doi.org/10.12957/pr.2016.30579

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