UMA ANÁLISE DAS RELAÇÕES ENTRE OS JOGOS E A COMPETIÇÃO NO ENSINO DE MATEMÁTICA: UMA QUESTÃO DE MEDIAÇÃO

Fabio Menezes, Alessandra Rente, Adriana Cassiano, Carolina Ornellas

Resumo


Impulsionados por saber quais aspectos emergem das relações entre o ensino-aprendizagem da matemática através do uso de jogos, incluímos em nossas análises as situações onde os jogos podem ou não virar uma competição dependendo de uma mediação docente. Usamos como instrumento para a produção de dados um jogo desenvolvido pelo primeiro autor deste trabalho no programa Scratch, que leva ideias e compreensões intuitivas sobre a soma e subtração de números inteiros positivos e negativos já nos anos iniciais do ensino fundamental, no nosso caso, no 2º ano de escolaridade. Usamos uma lente analítica que dialoga teorias sobre competição, recursos e aprendizagem em coletividade. Nossos resultados apontam para uma real e cuidadosa mudança de desenvolvimento comportamental e sociológico dos estudantes quando mudamos um estilo de mediação e fazemos um jogo virar competição, sugerindo que a aprendizagem se compromete, pois, aspectos da violência foram verificados desvirtuando o foco da matemática a ser aprendida.


Palavras-chave


Mediação; Ensino de Matemática; Anos Iniciais; Scratch; Jogos na Matemática.

Texto completo:

PDF


DOI: https://doi.org/10.12957/e-mosaicos.2021.47990


ISSN: 2316-9303 | Indexada em: