A EXPERIMENTAÇÃO EM FOCO: O QUE PENSAM OS LICENCIANDOS SOBRE O TEMA?

Leticia do Prado, Marcelo Carbone Carneiro

Resumo


A carga horária de um curso de licenciatura em química prevê cerca de 50% de atividades didático experimentais. Além disto, muitos alunos envolvem-se em projetos de iniciação científica cuja a experimentação é rotina. Neste cenário desenvolvemos esta pesquisa, na qual solicitamos a uma turma de licenciandos em química que escrevessem palavras, frases ou expressões que pudessem ser associadas a: “experimentação”, “experimentação em laboratório de pesquisa” e “experimentação em laboratório didático”. Nosso objetivo era compreender e delimitar quais concepções permeavam o entendimento destes futuros professores sobre a experimentação para o ensino de química e para a química como ciência particular. Interpretamos os dados obtidos usando como suporte a análise fenomenológica. Em todas as respostas, a experimentação foi associada a uma visão kuhniana, pouco crítica, fechada e utilitarista de ciência. Sendo mais recorrente a generalização da experimentação como comprovação de teorias.


Palavras-chave


Experimentação; Formação Inicial de Professores; Ensino de Química.

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DOI: https://doi.org/10.12957/e-mosaicos.2018.38675


ISSN: 2316-9303 | Indexada em: