LA PERMANENCIA DE LOS MITOS EN LA EDUCACIÓN ESCOLAR
POR UNA ALFABETIZACIÓN MÍTICA EN LA EDUCACIÓN BÁSICA
DOI:
https://doi.org/10.12957/e-mosaicos.2024.83740Palabras clave:
Alfabetización literaria, Alfabetización mítica, BNCC, Mito, Prácticas docentesResumen
Al considerar la polisemia del mito como fenómeno social, la dificultad para conceptualizarlo radica en comprender que está influenciado por el tiempo, las condiciones y el contexto en el que circula, además de otros factores culturalmente intrínsecos. Si bien el término es de origen griego y los primeros estudios se centraron en las culturas occidentales en torno al mar Mediterráneo, el mito es una forma de narrar y sentirse presente en diferentes culturas, por lo que es necesario establecer un concepto de alfabetización mítica. Sin embargo, los documentos educativos que orientan la actividad docente, como el BNCC, enfatizan la interpretación del mito, principalmente en la Educación Religiosa. La pregunta que surge es si esta disciplina debe ser la principal instancia de interpretación del mito, considerando que no todos los sistemas educativos incluyen este componente curricular. En esta coyuntura, después de una breve definición del mito y del debate crítico sobre este género en el BNCC, este artículo propone restablecer la comprensión del mito en las clases de lengua portuguesa a través de las siguientes premisas: la necesidad de un enfoque multisemiótico y multimodal; el uso de buenas adaptaciones; la reconciliación entre los aspectos religiosos e históricos; la curación del texto; y el énfasis en la oralidad.
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