ELLAS EN MATEMÁTICAS, ¿POR QUÉ NO?
DOI:
https://doi.org/10.12957/e-mosaicos.2024.82879Palabras clave:
Género, Matemáticas, Relaciones socialesResumen
Ante la brecha existente en la relación entre las mujeres y las matemáticas percibida a lo largo de la vida y enfocada en el estudio de la disciplina de la Antropología de la Educación, se desarrolló este trabajo que busca identificar "¿qué elementos existentes en las relaciones sociales de género vividas y/o asumidas por los estudiantes, pueden acercar o alejar a las niñas de la matemática escolar y de las futuras prácticas profesionales relacionadas con las ciencias exactas?". Para responder a la pregunta del problema se delimitaron los siguientes objetivos específicos: a) realizar una investigación bibliográfica, que tenga como objetivo buscar fundamentos teóricos para los aspectos conceptuales relacionados con los estudios de género y su relación con las matemáticas; b) Realizar una actividad audiovisual -con estudiantes de bachillerato de un colegio público- que involucre el tema de la discriminación de género en matemáticas, seguido de un círculo de conversación para explorar la percepción de los estudiantes sobre la relación entre género y matemática; c) Debatir, reflexionar y señalar, junto con los sujetos de investigación, aspectos que alejan o acercan a las niñas a las matemáticas. El trabajo se desarrolló a través de un estudio de caso realizado en una escuela secundaria provincial de la ciudad de Cachoeiro de Itapemirim, con alumnos del 1º de bachilerato. A la vista de los resultados encontrados, se observa que los elementos que alejan a las niñas de las matemáticas están directamente relacionados con el entorno familiar y escolar, con los estereotipos de género encontrados desde la niñez y perpetuados por el sentido común a lo largo de la vida.
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