Kombucha de Araçá (Psidium myrtoides e Psidium guineense): inovação tecnológica e aporte à saudabilidade

Autores

DOI:

https://doi.org/10.12957/demetra.2026.94316

Palavras-chave:

Fermentação.Capacidade antioxidante. Compostosbioativos.

Resumo

Introdução: O araçá, fruto nativo do Cerrado, é fonte de compostos bioativos. A kombucha, bebida fermentada, possui importantes propriedades funcionais, com características de saudabilidade. Objetivo: Formular e realizar na caracterização fitoquímica, físico-química e microbiológica de uma bebida fermentada com a farinha dos araçás, garantindo aspectos de vida de prateleira, sustentabilidade e saudabilidade. Métodos: As bebidas foram elaboradas com as farinhas de araçá (roxo e amarelo), com adição de Symbiotic Culture of Bacteria and Yeast (SCOBY) e fermentação por sete dias. Resultados: Microbiologicamente, não foram detectados Salmonella sp, Bacillus cereus e Enterobacteriaceae nas bebidas, que se apresentaram próprias para o consumo humano. Dados de pH, acidez titulável e ºBRIX se encontraram na faixa de referência prevista. Quanto à composição fitoquímica, a kombucha de araçá roxo se destacou, apresentando maiores teores de polifenóis totais, flavonoides e capacidade antioxidante. Conclusão: A formulação de kombucha à base de farinha de araçá, especialmente o roxo, mostrou potencial fonte de compostos bioativos e possível contribuição à promoção da saúde, além do aproveitamento integral do fruto.

Downloads

Não há dados estatísticos.

Referências

1. Sampaio MP, Siqueira L. Agricultura sustentável: a busca por alimentos mais saudáveis. Raízes e Rumos [Internet]. 2017;5:197-203. [Acesso em 02 julho 2025]. Disponível em: https://seer.unirio.br/raizeserumos/article/view/7440

2. Da Silva JP, Crepaldi MA, Da Silva Bousfield AB. Representações sociais e doenças crônicas no contexto familiar: revisão integrativa. Rev Psicologia e Saúde. 2021;13(2):125-140. https://doi.org/10.20435/pssa.v13i2.964

3. Branco LA, Laginestra BFA, Marçal MB, Gazim ZC, Rahal IL, Herrig SPR et al. Evaluation of antibacterial and antioxidante activity purple araçá essential oil (Psidiumrufum, Myrtaceae). Arq Bras Med Vet Zootec. 2023;75:612-622. https://doi.org/10.1590/1678-4162-12836

4. Da Silva DC, Da Silva ASS, Silva-Júnior ACS. Estudo físico-químico do fruto Garcinia mangostona L. e o desenvolvimento de uma farinha a partir do exocarpo. Rev Arq Cient IMMES. 2019;2(1):59-66. https://doi.org/10.5935/2595-4407/rac.immes.v2n1p59-66

5. Vergara LP, Reissig GN, Pôrto ACS, Lima MM, Franzon RC, Chim JF. Avaliação do potencial de consumo de balas mastigáveis convencional e de baixo valor calórico de araçá amarelo (Psidium cattleianum sabine). 2015. [Acesso em 02 julho 2025]; Disponível em: https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/bitstream/doc/1031616/1/FranzonSSASAL417.pdf

6. Silva KAG da, Silva NC da, Silva NS da, Vilela AF, Viana AD, Figueiredo MJ de, Bezerra TS, Lima GS de. Caracterização microbiológica, físico-química e sensorial do suco dos frutos do jambolão (SyzygiumCumini) Braz. J. Develop. [Internet]. 2021 Jun. 7. https://doi.org/10.34117/bjdv.v7i5.30080.

7. Villarreal-Soto SA, Bouajila J, Pace M, Leech J, Cotter PD, Souchard JP, et al. Metabolome-microbiome signatures in the fermented beverage, Kombucha. Int J Food Microbiol. 2020;333:108778. https://doi.org/10.1016/j.ijfoodmicro.2020.108778.

8. Seixas J, Silva AD, Mezzomo TR. Kombucha: segurança e benefícios à saúde. Rev Saúde Desenvolv. 2020;14(20). [Acesso em 02 julho 2025]. Disponível em: https://www.revistasuninter.com/revistasaude/index.php/saudeDesenvolvimento/article/view/1185

9. Azara CRP, Peixe CLD, Cardoso CEF, Azara MEP, Elias M, Freitas-Silva O, et al. Physicochemical, microbiology, andsensorycharacteristicsof kombucha preparedwith Tommy mango peelflour. Food SciTechnol Int. 2026;32(4):433-444. https://doi.org/10.1177/10820132251319930.

10. Lima ASL, Felipe ATM, Paiva EMO, Medeiros RD, Sousa Junior FC, Matsui KN, et al. Fermentation of passion fruit leaf tea with Kombucha inoculum: An upcycling approach for the development of functional fermented beverages. Food Res Int. 2025;218:116870. https://doi.org/10.1016/j.foodres.2025.116870.

11. Esatbeyoglu T, Yılmaz B, Kızılbey K, Çoban M, Akbulut M, Büyüktuncel E, et al. Additionaladvancesrelatedtothehealthbenefitsassociatedwith kombucha consumption. CritRev Food Sci Nutr. 2024;64(19):6102-6119. https://doi.org/10.1080/10408398.2022.2163373.

12. Anantachoke N, Chueahongthong F, Khammee P, Sringarm K, Jiranusornkul S, Narkprasom K, et al. Kombucha beverages produced from fruits, vegetables, and plants: A review on their pharmacological activities and health benefits. Foods. 2023;12(9):1818. https://doi.org/10.3390/foods12091818.

13. Onsun B, Toprak K, Şanlier N. Kombucha tea: A functional beverage and all its aspects. CurrNutr Rep. 2025. https://doi.org/10.1007/s13668-025-00658-9.

14. Lutz A. Normas Analíticas do Instituto Adolfo Lutz. 3rd ed. São Paulo: [s.n.]; 2005.

15. Martins L, Bruno E, Lima G, Auresco J, Silva M, Machado-Oliveira MC. Bioembalagem com celulose bacteriana do scoby de kombucha. RevBrasProcess Quím. 2021;2(2):21-35.

16. Caputi A, Ueda M, Brown T. Determinação espectrofotométrica de etanol em vinho. Am J Enol Vitic. 1968;19(3):160-165. https://doi.org/10.5344/ ajev.1968.19.3.160

17. George S, Brat P, Alter P, Amiot MJ. Rapid determination of polyphenols and vitamin C in plant-derived products. J Agric Food Chem. 2005;53(5):1370-1373. https://doi.org/10.1021/jf048396b

18. Hossain MA, Rahman SM. Fenólicos totais, flavonoides e atividade antioxidante de abacaxi de frutas tropicais. Food Res Int. 2011;44(3):672-676. https://doi.org/10.1016/j.foodres.2010.11.036

19. Brand-Williams W, Cuvelier ME, Berset CLWT. Uso de um método de radicais livres para avaliar a atividade antioxidante. LWT-Food SciTechnol. 1995;28(1):25-30. https://doi.org/10.1016/S0023-6438(95)80008-5

20. Brasil. Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. Instrução Normativa MAPA nº 41, de 17 de setembro de 2019: estabelece o Padrão de Identidade e Qualidade da Kombucha em todo o território nacional. Brasília (DF): MAPA; 2019.

21. Holt JG, Krieg NR, Sneath PH, Staley JT, Williams ST. Bergey’s manual of determinate bacteriology. 9th ed. Baltimore: Williams &Wilkians; 1994.

22. Dias ALB, Batista ARF, Estevam EBB, Alves CCF, Forim MR, Nicolella HD, et al. Chemical composition and in vitro antibacterial and antiproliferative activities of the essential oil from the leaves of Psidium myrtoides O. Berg (Myrtaceae). Nat Prod Res. 2019;33(17):2566–2570. https://doi.org/10.1080/14786419.2018.1457664

23. Sousa VBB de, Vasconcelos LPF de, Araújo DG de S, Lemos J de OM, Medeiros LSM de, Nogueira RB de S de S, Silva CL da, Leite FM, Siqueira PC da SF, Sousa EE de, Júnior APL. Constipação intestinal em crianças e a importância das fibras alimentares: Uma revisão da literatura. REAS [Internet]. 12mar.2019;(21):e56. [Acesso em 11 junho 2026]. Disponível em:https://acervomais.com.br/index.php/saude/article/view/561. https://doi.org/10.25248/reas.e561.2019

24. Fochezatto ÉS. Composição físico-química, nutricional e compostos bioativos do araçá amarelo (Psidiumcattleianum Sabine). Porto Alegre. Monografia [Graduação em Nutrição] - Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Faculdade de Medicina, Departamento de Nutrição 2018.

25. Pereira MC, Steffens RS, Jablonski A, Hertz PF, Rios AO, Vizzotto M, et al. Caracterização e potencial antioxidante de frutas brasileiras da família Myrtaceae. J Agric Food Chem. 2012;60(12):3061-3067. https://doi.org/10.1021/jf205263f

26. Ghorbani Z, Noormohammadi M, Kazemi A, Poustchi H, Pourshams A, Martami F, et al. Higher intakes of fiber, total vegetables, and fruits may attenuate the risk of all-cause and cause-specific mortality: findings from a large prospective cohort study. Nutr J. 2023;22(1):1–10. https://doi.org/10.1186/s12937-023-00883-4

27. Alahmari LA. Dietary fiber influence on overall health, with an emphasis on CVD, diabetes, obesity, colon cancer, and inflammation. Clin Nutr. 2024;43(2):123-130. https://doi.org/10.3389/fnut.2024.1510564

28. Carrazza LR, Ávila JCC, Silva ML. Manual tecnológico de aproveitamento integral do fruto e da folha do Babaçu. Brasília (DF), 2012. https://ispn.org.br/wp-content/uploads/2018/10/ManualTecnologicoBabacu.pdf

29. Damiani C, Vilas Boas E, Asquieri ER, Lage ME, Oliveira RA, Silva FA et al. Characterization of fruits from the savanna: araça (Psidium guinnensis Sw.) and marolo (Annona crassiflora Mart.). CiencTecnol Aliment. 2011;31(3):723-9. https://doi.org/10.1590/S0101-20612011000300026

30. Gomes JL, Da R, Araújo S, Sousa S, B A, Oliveira P, Veras B, et al. Psidium cattleianum Sabine and P. myrtoides O. Berg fruits: a comparative composition, antioxidant, and safety use. S Afr J Bot. 2024;172:109–115. https://doi.org/10.1016/j.sajb.2024.07.001

31. Cassiano CZ, Soares KL, Batista PB, Marques S, Júnior MRM, Junior SB, et al. Nutritional composition and antioxidant and cancer chemopreventive activities of fruits of Psidium myrtoides. Cienc Rural. 2024;54(7). https://doi.org/10.1590/0103-8478cr20230360

32. Galho AS, Lopes NF, Bacarin MA, Lima MGS. Composição química e respiração de crescimento em frutos de Psidiumcattleyanum Sabine durante o ciclo de desenvolvimento. Rev Bras Frutic. 2007;1. https://doi.org/10.1590/S0100-29452007000100014

33. Zambiazi R, Silva WD, Chaves F. Araçá (Psidium cattleianum Sabine) fruit extracts with antioxidant and antimicrobial activities and antiproliferative effect on human cancer cells. Food Chemistry. 2011; https://doi.org/10.1016/J.FOODCHEM.2011.03.119

34. Paulino AHS, Viana AMF, Bonomo LF, Guerra JFC, Lopes JMM, Rabelo ACS, et al. Araçá (Psidium cattleianum Sabine) ameliorates liver damage and reduces hepatic steatosis in rats fed with a high-fat diet. J Food Nutr Res. 2019;7(2):132–140. https://doi.org/10.12691/jfnr-7-2-5.

35. Fetter RM, Vizzotto M, Corbelini DD, Gonzales TN. Propriedades funcionais de araçá-amarelo, araçá-vermelho e araçá-pera cultivados em Pelotas/RS. Braz J Food Technol. 2010;13(EE01):92–95. https://doi.org/10.4260/BJFT20101304115

36. Schulz M, Seraglio SKT, Brugnerotto P, Gonzaga LV, Costa ACO, Fett, R. Composition and potential health effects of dark-colored underutilized Brazilian fruits – A review. Food Res Int. 2020;137:109744.https://doi.org/10.1016/j.foodres.2020.109744

37. Gordon A, Jungfer E, da Silva BA, Maia JG, Marx F. Phenolic constituents and antioxidant capacity of four underutilized fruits from the amazon region. J Agric Food Chem. 2011;59(14):7688–7699. https://doi.org/10.1021/jf201039r

38. Rodrigues ET. Frutos do cerrado: a influência dos frutos do cerrado na diversificação da gastronomia. 2004. 91 f. Brasília,DF. Monografia [Pós-Graduação em Gastronomia e Segurança alimentar] – Universidade de Brasília, 2004.

39. Reis AF, Schmiele M. Características e potencialidades dos frutos do Cerrado na indústria de alimentos. Braz J Food Technol. 2019;22. https://doi.org/10.1590/1981-6723.15017

40. Soares LP, Tomé PHF, Fragiorge EJ, Rodrigues AP, COSTA DMS. Elaboração de barras de cereais a partir de frutos do cerrado. RevCient Semana Acadêmica. 2015;(69). https://doi.org/10.55905/revconv.17n.1-448.

41. Bruschi JS, Sousa RCS, Modesto KR. O ressurgimento do chá de Kombucha. Ver Inic Cient Ext. 2018;1(Esp):162–8.

42. Soares MG. Propriedades emergentes, aplicações e uso terapêutico do kombucha e seu SCOBY: uma revisão. 2021. https://repositorio.ufu.br/handle/123456789/31744

http://orcid.org/0000-0002-7652-0200

43. Brasil. Diário Oficial da União. Portaria nº 103 de 20 de setembro de 2018. Estabelece o padrão de identidade e qualidade de kombucha em todo o território nacional. Brasília (DF): Diário Oficial da União; 2018

44. Brasil. Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. Instrução Normativa MAPA nº 41, de 17 de setembro de 2019: estabelece o Padrão de Identidade e Qualidade da Kombucha em todo o território nacional. [S.l.: s.n.]; 2019.

45. Abaci N, Senol Deniz FS, Orhan IE. Kombucha – an ancient fermented beverage with desired bioactivities: a narrowed review. Food Chem X. 2022;14:100302. https://doi.org/10.1016/j.fochx.2022.100302

46. da Silva JC, Nery IA. Produção e avaliação comparativa da atividade antioxidante de bebidas fermentadas de caju sob diferentes condições de pH e temperatura. RevEletrPerspectCiênc Tecnol. 2020;12. https://doi.org/10.22407/1984-5693.2020.v12.p.91-102

47. Rabelo AV, Marques CRM, Melo AR, Campos DDP. Produção e caracterização físico-química de fermentado de amora. RevVincci-Periódico Científico do UniSATC. 2021;6(2):174–90.

48. Correia APC. Enriquecimento de cookie integral pela adição de farinha de ora-pro-nóbis [Trabalho de Conclusão de Curso]. Curitiba: Universidade Tecnológica Federal do Paraná; 2023.

49. Januário JB, Moreira BR, Paraíso CM, Mizuta AG, Madrona GS. Kombuchá à base de Hibiscus sabdariffa L: avaliação tecnológica para produção de uma nova bebida. Braz. J. Desenvolver.2020; 6 (1):3720-32. https//doi.org/10.34117/bjdv6n1-264

50. Bala S, Garg D, Thirumalesh BV, Sharma M, Sridhar K, Inbaraj BS, et al. Estratégias recentes para biorremediação de poluentes emergentes: uma revisão para um ambiente verde e sustentável. Toxics. 2022;10(8):484. https://doi.org/10.3390/toxics10080484

51. Aquarone E, Borzani W, Schmidell Netto W, Lima UDA. Biotecnologia industrial: biotecnologia na produção de alimentos. 2001. v. 4, 523 p. SãoPaulo: Editora Edgard Blucher

52. Daneluz J, Baldasso C, dos Santos V, da Silva GF, Duarte J, Turossi TC, de Campos Tiesen SM. Processo de separação por membranas aplicado na filtração de kombuchas. CiêncTecnol Alimentos: PesquiPrát Contemp. 2021;2:639–55. https://doi.org/10.37885/210805829

53. Dartora B, Hickert LR, Fabricio MF, Ayub MAZ, Furlan JM, Wagner R, et al. Understanding the effect of fermentation time on physicochemical characteristics, sensory attributes, and volatile compounds in green tea kombucha. Food Res Int. 2023;174:113569. https://doi.org/10.1016/j.foodres.2023.113569

54. Sola IMMS. Otimização da fermentação de erva mate adicionada de pitanga preta (Eugenia uniflora L.) com microrganismos da kombucha [dissertação]. Ponta Grossa (PR): Universidade Estadual de Ponta Grossa; 2023.

55. Câmara GB. Desenvolvimento de bebidas fermentadas com coprodutos de frutas com potencial antioxidante [dissertação]. Fortaleza (CE): Universidade Federal do Ceará; 2022.

56. Kumar A, Kaur A, Tomer V. Otimização de processo para desenvolvimento de bebida simbiótica baseada na fermentação lática de nutricereais e bebida láctea. LWT. 2020;131:109774. https://doi.org/10.1016/j.lwt.2020.109774

57. Mercês ZC, Santos JCDM. Compostos bioativos - flavonoides. RevArqCient (IMMES). 2022;5(2):1-12.

58. Silva TR. Desenvolvimento de kombucha obtida a partir de chá verde saborizado com polpa de maracujá: processo artesanal e avaliação sensorial [trabalho de conclusão de curso]. Salgueiro (PE): Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Sertão Pernambucano; 2021.

59. Brasil. Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. Instrução normativa nº 01/2019: consolidação das normas de bebidas, fermentado acético, vinho e derivados da uva e do vinho. Brasília (DF); MAPA: 2019.

60. Arıkan M, Mitchell AL, Finn RD, Gürel F. Composição microbiana de kombucha determinada usando sequenciamento amplicon e metagenômicashotgun. J Food Sci. 2020;85(2):455–64. https://doi.org/10.1111/1750-3841.14992

Publicado

2026-10-17

Como Citar

1.
Dias Costa L, Veloso de Oliveira GA, Oliveira Morais Veiga SM, Della Lucia F, de Souza Paulino AH. Kombucha de Araçá (Psidium myrtoides e Psidium guineense): inovação tecnológica e aporte à saudabilidade. DEMETRA [Internet]. 17º de outubro de 2026 [citado 21º de outubro de 2026];21:e94316. Disponível em: https://www.e-publicacoes.uerj.br/demetra/article/view/94316

Edição

Seção

Ciência e Tecnologia de Alimentos

Artigos mais lidos pelo mesmo(s) autor(es)