Análise da quantidade de amostras e da concentração de fluoreto nas águas de abastecimento público nas macrorregiões Norte e Noroeste do estado do Paraná, Brasil
DOI:
https://doi.org/10.12957/sustinere.2026.91240Palavras-chave:
Fluoretação, Flúor, Abastecimento de água, vigilância, amostragemResumo
A forma comunitária de acesso ao fluoreto por meio da fluoretação de água de abastecimento público é a forma mais econômico e eficaz para se obter máximo benefício no controle da doença cárie e mínimo risco de fluorose dentária. Este trabalho teve como objetivo analisar a quantidade de amostras e as concentrações de fluoreto dos Sistemas de Abastecimento de Água (SAA), localizados nas macrorregiões Norte e Noroeste do estado do Paraná, nas cidades com mais de vinte mil habitantes. Os dados obtidos foram extraídos do SISAGUA (Sistema de Informação da Vigilância da Qualidade da Água para Consumo Humano) e verificados a partir dos critérios propostos pelo CECOL/USP e pela Diretriz Nacional do Plano de Amostragem da Vigilância da Qualidade da Água para Consumo Humano. Nenhuma das cidades analisadas (n=32) fez a quantidade mínima de amostras estabelecidas, sendo o mês de janeiro com maior desfalque. No ano de 2018, 60,58% das amostras estavam na faixa de melhor concentração risco/benefício; em 2019, 46%; e em 2020, 38%. Observou-se, portanto, que poucos municípios fazem o monitoramento sistemático e a avaliação da concentração de forma acurada. Assim, ressalta-se a importância do heterocontrole e a necessidade de transferir informação aos gestores públicos sobre a importância da fluoretação das águas de abastecimento público.
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