Plantas medicinais e fitoterapia: biodiversidade como ferramenta de educação para acadêmicos e profissionais de saúde

Autores

DOI:

https://doi.org/10.12957/sustinere.2026.89293

Palavras-chave:

Educação em Saúde, Programas Nacionais de Saúde, Saúde Coletiva, Ciências da Saúde.

Resumo

Sabe-se que determinadas populações dependem do uso de plantas medicinais e que elas podem ser o principal ou o único recurso terapêutico disponível de países em desenvolvimento. Este estudo objetivou avaliar a aplicação do curso ‘Plantas Medicinais e Fitoterapia’ a estudantes e profissionais da área da saúde. Trata-se de um estudo exploratório, descritivo com abordagem qualiquantitativa. O curso online abordou, em módulos autoinstrucionais, conteúdos variados sobre o tema. Este estudo foi aprovado pelo Comitê de Ética em Pesquisa envolvendo Seres Humanos da Universidade Evangélica de Goiás -  UniEVANGÉLICA, Anápolis, GO, Brasil (parecer nº 5.182.052). 170 pessoas inscreveram-se no curso e 80 (47,0%) concordaram em participar da pesquisa. A maioria dos pesquisados era composta de mulheres com idade até 30 anos, ensino superior incompleto e formação em Farmácia. 31 participantes (43%) concluíram o curso com nota suficiente para certificação. 85% dos concluintes assinalaram muita satisfação quanto à qualidade, ao acompanhamento pedagógico, à plataforma virtual, ao conteúdo e aos recursos educacionais do curso. Concluímos que a promoção de cursos capacitantes sobre Plantas Medicinais e Fitoterapia torna-se uma estratégia para introduzir o ensino em Práticas Integrativas e Complementares em Saúde, promover o uso sustentável da biodiversidade local, valorizar a cultura e fortalecer a Política Nacional de Plantas Medicinais e Fitoterápicos.

Biografia do Autor

Andressa Cavalcante Paz e Silva, Universidade Evangélica de Goiás

Médica de Família e Comunidade. Cursou medicina na Pontifícia Universidade Católica de Goiás entre 2018 a 2020 e na Universidade do Vale do Taquari entre 2014 a 2018. É doutoranda em Ciências Ambientais pelo Programa de Pós-Graduação (PPG) Stricto Sensu em Recursos Naturais do Cerrado da Universidade Estadual de Goiás. Mestra em Ciências Ambientais pelo PPG em Sociedade, Tecnologia e Meio Ambiente da Universidade Evangélica de Goiás (UniEVA) com bolsa pela Fundação de Amparo à Saúde do Estado de Goiás (FAPEG). Especialista em Medicina de Família e Comunidade pela Universidade Federal de Santa Catarina e especialista em Educação Popular em Saúde na Promoção de Territórios Saudáveis e Sustentáveis pela Escola de Governo Fiocruz - Brasília. Autora do curso Plantas Medicinais e Fitoterapia da UniEVA. Foi co-criadora do Vídeos Rurais, projeto audiovisual da World Rural Doctors in Training (Rural Seeds) e vinculado à Organização Mundial de Médicos de Família (WONCA) e foi co-criadora do Auscultando Estórias, iniciativa de Medicina Narrativa. Diretora Geral da Associação Brasileira de Ligas Acadêmicas de Saúde da Família (ALASF) gestão 2018-2019. Realizou estágio observatório extracurricular em Oxbackens Familjeläkarmottagning - serviço de Atenção Primária à Saúde em Västerås - Suécia.

Romulo Araújo da Rocha, Universidade Evangélica de Goiás

Psicólogo, graduado pela Universidade Federal do Piauí (20082013). Atualmente é doutorando em Ciências Ambientais pelo Programa de Pós-Graduação em Recursos Naturais do Cerrado da Universidade Estadual de Goiás (UEG), com bolsa da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES). É mestre em Ciências Ambientais pela Universidade Evangélica de Goiás (20212023), com fomento da Fundação de Amparo à Saúde do Estado de Goiás (FAPEG). Possui especialização em Psicologia Existencial, Humanista e Fenomenológica (Faculdade Venda Nova do Imigrante, 2020), em Psicologia do Trânsito (Universidade Cândido Mendes, 2017) e MBA em Psicologia Organizacional (Unifacid Wyden, 2015).Atua como psicólogo clínico e pesquisador na área das Ciências Ambientais, com foco nos impactos das mudanças climáticas sobre a saúde mental. Seus estudos mais recentes abordam os efeitos das queimadas, especialmente no bioma Cerrado, e suas relações com o sofrimento psíquico. Além disso, investiga temas no campo da Ecosaúde, como solastalgia, ecoansiedade e outras formas de sofrimento decorrentes da degradação ambiental que afetam o bem-estar psicológico das populações.

Lara Araújo de Deus, Universidade Evangélica de Goiás

Graduada em Odontologia pela Universidade Evangélica de Goiás - UniEVANGÉLICA (2022). Mestre em Odontologia pela Universidade Federal de Goiás - UFG (2024), com linha de pesquisa voltada para a endodontia. Especialização em Endodontia em andamento pela Associação Brasileira de Odontologia (ABO - 2023/2025). Atuou como monitora das disciplinas de Clínica Integrada V - Radiologia 2019/2; Endodontia II 2020/1; Endodontia I 2021/2 e Optativa de Urgências em endodontia 2022/1. Aluna de Iniciação Científica (PIBIC) na área de Endodontia 2020/2021 com programa de bolsas de Iniciação Científica da UniEvangélica. Participou da Liga Acadêmica de Endodontia como Membro 2018, Diretora Secretária 2019/2020 e Diretora Vice-Presidente 2021. Participou do projeto de extensão Tratamento de Infecções Dentárias (TID) no ano de 2024, promovido pela equipe de professores de endodontia da Universidade Federal de Goiás (UFG).

Joelma Abadia Marciano de Paula, Universidade Estadual de Goiás

Possui graduação em Farmácia pela Universidade Federal de Goiás (1992). Mestrado em Biologia pela Universidade Federal de Goiás (2006) e doutorado em Biologia pela Universidade Federal de Goiás (2011) na linha de pesquisa: ''Caracterização e Atividade Biológica de Biomoléculas Naturais ou Sintéticas''. Realizou estágio pós-doutoral em Inovação Farmacêutica pela Universidade Federal de Goiás (2015). Atualmente é professora do quadro efetivo da Universidade Estadual de Goiás, onde ministra as disciplinas Fitoterapia, Homeopatia e Bioprodutos Vegetais do Cerrado. Ministrou por 12 anos a disciplina Farmacognosia 2. Orienta no Programa de Pós-graduação stricto sensu em Recursos Naturais do Cerrado (RENAC) da Universidade Estadual de Goiás, na linha de pesquisa ''Processos e Produtos Ambientais'', na qual busca investigar, por meio de ferramentas específicas, a utilização de vegetais do Cerrado como produtos de potencial importância socioeconômica e ambiental. Orientou no Programa de Pós-Graduação em Ciências Aplicadas a Produtos para Saúde (CAPS) até 2024, nas linhas de pesquisas ''Desenvolvimento de Produtos para Saúde'' e ''Monitoramento de Produtos para Saúde'', em estudos de desenvolvimento, obtenção e avaliação de eficácia e segurança de bioprodutos obtidos de fontes vegetais. É membro da Sociedade Brasileira de Farmacognosia e da Sociedade Brasileira de Plantas Medicinais.

Lucimar Pinheiro Rosseto, Universidade Evangélica de Goiás

Possui graduação em Farmácia Industrial pela Universidade Estadual de Maringá (1996), Mestrado em Química, pela Universidade Estadual de Maringá (2001), Doutorado em Ciências (Biocatálise), pela Universidade Estadual de Campinas (2006), Pós-doutorado no Centre National de la Recherche Scientifique (CNRS), Gif-sur-Yvette, França (2007-2009) e no Núcleo de Bioensaios, Biossíntese e Ecofisiologia de Produtos Naturais da Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho - NuBBE-IQ-UNESP, (2009 - 2010). Atualmente é Coordenadora do Programa de Pós-Graduação em Sociedade, Tecnologia e Meio Ambiente (PPGSTMA), mestrado e doutorado em Ciências Ambientais, da Universidade Evangélica de Goiás - UniEvangélica. Atua também no Programas de Pós-graduação em Ciências Farmacêuticas, Farmacologia e Terapêutica (PPGCFFT) e nos cursos de Farmácia e Odontologia da mesma Instituição. Tem experiência na área de Produtos Naturais, Biocatálise e Biotecnologia, atuando principalmente nos seguintes temas: contaminantes farmacêuticos, biorremediação, biodiversidade e regulamentação sanitária.

Referências

BARBOSA, F. E. S.; GUIMARÃES, M. B. L.; SANTOS, C. R. dos; BEZERRA, A. F. B.; TESSER, C. D.; SOUSA, I. M. C. de. Oferta de Práticas Integrativas e Complementares em Saúde na Estratégia Saúde da Família no Brasil. Cadernos de Saúde Pública, Rio de Janeiro, v. 36, n. 1, p. 1-13, jul. 2020. Disponível em: <http://dx.doi.org/10.1590/0102-311x00208818>. Acesso em: 08 out. 2024.

BARBOSA, G. de S.; ZAMBERLAM, C. R. Uso racional de medicamentos fitoterápicos fornecidos pelo Sistema Único de Saúde e a função do farmacêutico neste contexto. Ibero- Americana de Humanidades, Ciências e Educação - Rease, Criciúma, v. 6, n. 11, p. 169-182, nov. 2020. Disponível em: <https://periodicorease.pro.br/rease/article/view/277/140>. Acesso em: 08 out. 2024.

BARDIN, L. Análise de conteúdo. São Paulo: Edições 70; 2020.

BARRETO, A. C.; OLIVEIRA, V. J. dos S. de. Conhecimento de profissionais de saúde sobre as plantas medicinais e os fitoterápicos na Atenção Básica no município do Recôncavo da Bahia. Fitos, Rio de Janeiro, v. 16, n. 3, p. 291-304, 11 maio 2022. Fiocruz - Instituto de Tecnologia em Fármacos. Disponível em: <https://www.arca.fiocruz.br/handle/icict/55248>. Acesso em: 08 out. 2024.

BARRETO, B. B.; SILVEIRA, D. Inclusion of courses on phytotherapy in undergraduate curriculum of health-related courses. Journal Of Medicinal Plant Research, v. 8, n. 7, p. 1374-1386, 17 dez. 2014. Disponível em: <http://www.academicjournals.org/app/webroot/article/article1419942785_Barreto%20and%20Silveira.pdf>. Acesso em: 08 out. 2024.

BRASIL. Ministério da Saúde. Portaria de Consolidação nº 5, de 28 de setembro de 2017. Brasília, 2017. Disponível em: . Acesso em: 23 mai. 2021.

BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos. Departamento de Assistência Farmacêutica. Política Nacional de Plantas Medicinais e Fitoterápicos. Brasília; 2006. Disponível em: https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/politica_nacional_fitoterapicos.pdf . Acesso em: 23 mai. 2021.

BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria-Executiva do Conselho Nacional de Saúde. Comissão Nacional de Ética em Pesquisa. Ofício circular nº 2/2021/CONEP/SECNS/MS. Brasília, 2021. Disponível em: <https://propp.ufu.br/sites/propp.ufu.br/files/media/documento/oficio_circular_n.2_2021_ambiente_virtual.pdf>. Acesso em 23 mai. 2021.

BÜNTZEL, S. K.; RITSCHEL, M.; WURM-KUCZERA, R.; BÜNTZEL, J. Indications of medical plants: what do medical students in germany know? A cross-sectional study. Cancer Research And Clinical Oncology, v. 148, n. 11, p. 3175-3182, 29 jan. 2022. Disponível em: <https://link.springer.com/article/10.1007/s00432-022-03921-6/>. Acesso em: 08 out. 2024.

CHAGAS, M. O.; PORTO, C. C.; CHAVEIRO, N.; NOLL, M.; CHAGAS, F. A. O. Diretrizes Curriculares Nacionais do curso de Farmácia de 2017: perspectivas e desafios. TICs & EaD em Foco, São Luís, v. 5, n. 2, p. 56-73, 20 dez. 2019. Disponível em: <https://www.uemanet.uema.br/revista/index.php/ticseadfoco/article/view/451>. Acesso em: 08 out. 2024.

CHEROBIN, F.; BUFFON, M. M.; CARVALHO, D. S. de; RATTMANN, Y. D. Plantas medicinais e políticas públicas de saúde: novos olhares sobre antigas práticas. Physis: Revista de Saúde Coletiva, Rio de Janeiro, v. 32, n. 3, p. 1-17, 24 out. 2022. Disponível em: <http://dx.doi.org/10.1590/S0103-73312022320306>. Acesso em: 08 out. 2024.

CUTSHALL, S. M; KHALSA, T. K; CHON, T. y; VITEK, S. M; CLARK, S. D.; BLOMBERG, D. L.; MUSTAFA, R.; BHAGRA, A. Curricular development and implementation of a longitudinal Integrative Medicine education experience for trainees and health-care professionals at an academic medical center. Global Advances in Health and Medicine, v. 8, n. 2164956119837489, p. 1-7, 01 abr. 2019. Disponível em: <https://doi.org/10.1177%2F2164956119837489>. Acesso em: 08 out. 2024.

FEITOSA, M. H. A.; SOARES, L. L.; BORGES, G. A.; ANDRADE, M. M.; COSTA, S. de M. Inserção do conteúdo Fitoterapia em cursos da área de saúde. Revista Brasileira de Educação Médica, Brasília, v. 40, n. 2, p. 197-203, jun. 2016. Disponível em: <https://doi.org/10.1590/1981-52712015v40n2e03092014>. Acesso em: 08 out. 2024.

GOECKS, D. R.; MORSCH, L. M.; SILVA, C. de M. da. Formação de estudantes da área da saúde em práticas integrativas e complementares. Revista Interdisciplinar de Promoção da Saúde, Santa Cruz do Sul, v. 2, n. 2, p. 84-91, 26 jun. 2020. Disponível em: <https://doi.org/10.17058/rips.v2i2.14080>. Acesso em: 08 out. 2024.

HAHN, E. G. Integrative medicine and health in undergraduate and postgraduate medical education. Gms Journal For Medical Education, v. 38, n. 2, p. 1-17, 15 fev. 2021. Disponível em: <https://doi.org/10.3205/zma001442>. Acesso em: 08 out. 2024.

HARAGUCHI, L. M. M.; SAÑUDO, A.; RODRIGUES, E.; CERVIGNI, H.; CARLINI, E. L. de A. Impact of the training of professionals from São Paulo public health system in Phytotherapy practice. Revista Brasileira de Educação Médica, Brasília, v. 44, n. 1, p. 1-10, 30 mar. 2020. Disponível em: <https://doi.org/10.1590/1981-5271v44.1-20190190.ING>. Acesso em 08 out. 2024.

LEITE, P. M.; CAMARGOS, L. M.; CASTILHO, R. O. Recent progress in Phytotherapy: a brazilian perspective. European Journal Of Integrative Medicine, v. 41, n. 101270, p. 1-34, jan. 2021. Disponível em: <https://doi.org/10.1016/j.eujim.2020.101270>. Acesso em: 08 out. 2024.

MEIRELES, M. A. de C.; FERNANDES, C. do C. P.; SILVA, L. S. e. Novas Diretrizes Curriculares Nacionais e a Formação Médica: expectativas dos discentes do primeiro ano do curso de medicina de uma instituição de ensino superior. Revista Brasileira de Educação Médica, Brasília, v. 43, n. 2, p. 67-78, jun. 2019. Disponível em: <https://doi.org/10.1590/1981-52712015v43n2RB20180178>. Acesso em: 08 out. 2024.

OLIVEIRA, M. da S.; GONÇALVES, D. N.; SÁ, S. F. S. de; FREITAS, J. G. A. de; SANTO, C. A. da F. do E. S.; AYRES, F. M.; CALDEIRA, A. J. R. Consumo de plantas medicinais no Sistema Público de Saúde, uma perspectiva entre pacientes usuários das Unidades de Atendimento 24 horas em Anápolis/GO. Revista Anápolis Digital, v. 10, n. 1, p. 96-113, 10 nov. 2020. Disponível em: <https://portaleducacao.anapolis.go.gov.br/revistaanapolis/wp-content/uploads/2023/vol10/7.pdf>. Acesso em 08 out. 2024.

PAZ E SILVA, A. C.; ROSSETO, L. P. Plantas Medicinais e Fitoterapia: bulário 2023. Anápolis: Kelps, 2023. 104 p. Disponível em: <https://bwlnk.com/9786599456121>. Acesso em: 24 jun. 2024.

PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS. 2022. Anápolis: Universidade Evangélica de Goiás. Disponível em: <https://drive.google.com/file/d/1D3P4W173SVy5yXcVOG3-icPe9oapEB5n/view?usp=sharing>. Acesso em: 24 jun. 2024.

PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ENFERMAGEM. 2022. Anápolis: Universidade Evangélica de Goiás. Disponível em: <https://drive.google.com/file/d/1Ky0a9B1eU4ysF1kbUTGP1V2NHflPwVTQ/view?usp=sharing>. Acesso em: 24 jun. 2024.

PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE FARMÁCIA. 2020. Anápolis: Universidade Evangélica de Goiás. Disponível em: <https://drive.google.com/file/d/1mLjhPIqwnr0WZ7krUrvOzuOesY7_KnLh/view?usp=sharing>. Acesso em: 24 jun. 2024.

PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE FISIOTERAPIA. 2020. Anápolis: Universidade Evangélica de Goiás. Disponível em: <https://drive.google.com/file/d/1iqRV0rp_bBPU7Uj-7qfrWUiGHjdmRzQr/view?usp=sharing>. Acesso em: 24 jun. 2024.

PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE MEDICINA. 2022. Anápolis: Universidade Evangélica de Goiás. Disponível em: <https://drive.google.com/file/d/1Q_V6XvMsjzHSDAORHXgoQVRRxqJM2_3k/view?usp=sharing>. Acesso em: 24 jun. 2024.

PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ODONTOLOGIA. 2017. Anápolis: Universidade Evangélica de Goiás. Disponível em: <https://drive.google.com/file/d/1YatrDUbcrALHFACtiDlaH9Tyum-2g1GP/view?usp=sharing>. Acesso em: 24 jun. 2024.

REIS, A. F.; SCHMIELE, M. Características e potencialidades dos frutos do Cerrado na indústria de alimentos. Brazilian Journal of Food Technology, Campinas, v. 22, n. 2017150, p. 1-12, 16 maio 2019. Disponível em: <https://doi.org/10.1590/1981-6723.15017>. Acesso em: 08 out. 2024.

RIOS, J. M.; MARIANO, G. V. P.; SILVA, V. P. G. da; SANTOS, L. C. da S.; COSTA, J. P.; ZICA, L. R. da S.; SANTOS, B. G. dos; SANTOS, A. F. C.; PRADO JÚNIOR, J. A. do; VALE, V. S. do. Comparação de análises fitossociológicas e multivariadas na determinação do grau de conservação de áreas nativas de Cerrado. Ciência Florestal, Santa Maria, RS, v. 30, n. 3, p. 779-795, 1 set. 2020. Disponível em: <https://doi.org/10.5902/1980509835229>. Acesso em: 08 out. 2024.

SÁ, K. M.; LIMA, A. S.; BANDEIRA, M. A. M.; ANDRIOLA, W. B.; NOJOSA, R. T. Avaliando o impacto da política brasileira de plantas medicinais e fitoterápicos na formação superior da área de saúde. Revista Ibero-Americana de Estudos em Educação, Araraquara, v. 13, n. 3, p. 1106-1131, 3 jul. 2018. Disponível em: <https://doi.org/10.21723/riaee.v13.n3.2018.11160>. Acesso em: 08 out. 2024.

SANO, E. E.; RODRIGUES, A. A.; MARTINS, E. S.; BETTIOL, G. M.; BUSTAMANTE, M. M. C.; BEZERRA, A. S.; COUTO, A. F.; VASCONCELOS, V.; SCHÜLER, J.; BOLFE, E. L. Cerrado ecoregions: a spatial framework to assess and prioritize brazilian savanna environmental diversity for conservation. Journal Of Environmental Management, v. 232, n. 1, p. 818-828, 15 fev. 2019. Disponível em: <https://doi.org/10.1016/j.jenvman.2018.11.108>. Acesso em: 08 out. 2024.

SILVA, T. S. da; FARIAS, C. de S.; SANTOS, F. F. dos; SILVA NETO, I. F. da; MARQUES, A. E. F. Percepção dos acadêmicos de Farmácia sobre a atuação do farmacêutico nas Práticas Integrativas e Complementares em Saúde. Revista Contexto & Saúde, Ijuí, v. 21, n. 44, p. 23-31, 29 dez. 2021. Disponível em: <https://doi.org/10.21527/2176-7114.2021.44.11956>. Acesso em: 08 out. 2024.

TESSER, C. D.; SOUSA, I. M. C. de; NASCIMENTO, M. C. do. Práticas Integrativas e Complementares na Atenção Primária à Saúde brasileira. Saúde em Debate, Rio de Janeiro, v. 42, n. 1, p. 174-188, set. 2018. Disponível em: <https://doi.org/10.1590/0103-11042018S112>. Acesso em: 08 out. 2024.

World Health Organization (ed.). WHO global report on traditional and complementary medicine 2019. Geneva: World Health Organization, 2019. 226 p. Disponível em: <https://iris.who.int/bitstream/handle/10665/312342/9789241515436-eng.pdf?sequence=1>. Acesso em: 08 out. 2024.

ZANCHETTA, L. M.; ESCUDEIRO, M. C. de; VIEIRA, A. G. S.; MEDEIROS, C. A. de; ASSIS, E. da C.; ALMEIDA, G. S.; NUNES, I. C.; CARVALHO, J. M. K. de; MOREL, L. J. de F.; CARDOSO, D. C. N. Evidências científicas em Medicinas Tradicionais, Práticas Integrativas e Complementares em Saúde: investimento em pesquisa e perspectivas do ministério da saúde do brasil.. Revista Brasileira de Biomedicina, v. 2, n. 1, p. 117-134, 31 jul. 2022. Disponível em: <https://doi.org/10.5281/zenodo.6946197>. Acesso em: 08 out. 2024.

Downloads

Publicado

24-08-2026

Como Citar

Silva, A. C. P. e, Rocha, R. A. da, Deus, L. A. de, Paula, J. A. M. de, & Rosseto, L. P. (2026). Plantas medicinais e fitoterapia: biodiversidade como ferramenta de educação para acadêmicos e profissionais de saúde. Revista Sustinere, 14(1), 456–477. https://doi.org/10.12957/sustinere.2026.89293