Plantas medicinais e fitoterapia: biodiversidade como ferramenta de educação para acadêmicos e profissionais de saúde
DOI:
https://doi.org/10.12957/sustinere.2026.89293Palavras-chave:
Educação em Saúde, Programas Nacionais de Saúde, Saúde Coletiva, Ciências da Saúde.Resumo
Sabe-se que determinadas populações dependem do uso de plantas medicinais e que elas podem ser o principal ou o único recurso terapêutico disponível de países em desenvolvimento. Este estudo objetivou avaliar a aplicação do curso ‘Plantas Medicinais e Fitoterapia’ a estudantes e profissionais da área da saúde. Trata-se de um estudo exploratório, descritivo com abordagem qualiquantitativa. O curso online abordou, em módulos autoinstrucionais, conteúdos variados sobre o tema. Este estudo foi aprovado pelo Comitê de Ética em Pesquisa envolvendo Seres Humanos da Universidade Evangélica de Goiás - UniEVANGÉLICA, Anápolis, GO, Brasil (parecer nº 5.182.052). 170 pessoas inscreveram-se no curso e 80 (47,0%) concordaram em participar da pesquisa. A maioria dos pesquisados era composta de mulheres com idade até 30 anos, ensino superior incompleto e formação em Farmácia. 31 participantes (43%) concluíram o curso com nota suficiente para certificação. 85% dos concluintes assinalaram muita satisfação quanto à qualidade, ao acompanhamento pedagógico, à plataforma virtual, ao conteúdo e aos recursos educacionais do curso. Concluímos que a promoção de cursos capacitantes sobre Plantas Medicinais e Fitoterapia torna-se uma estratégia para introduzir o ensino em Práticas Integrativas e Complementares em Saúde, promover o uso sustentável da biodiversidade local, valorizar a cultura e fortalecer a Política Nacional de Plantas Medicinais e Fitoterápicos.
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