Caracterização dos pacientes clínicos atendidos pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência na Grande Vitória - ES
DOI:
https://doi.org/10.12957/sustinere.2026.88065Palavras-chave:
Assistência Pré-Hospitalar, Medicina de emergência, Serviços médicos de emergência, Estudos Transversais, Identificação da EmergênciaResumo
Resumo: Motivado pela demanda crescente de atendimentos às causas externas, nos anos 2000 ocorreu a implementação e posterior expansão do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) 192 no Brasil. Apesar dos acidentes e violência serem a justificativa para impulso inicial, desde então diversos estudos nacionais apontam os atendimentos clínicos como mais incidentes dentre os atendimentos do SAMU. Tendo isso em vista, o presente trabalho tem por objetivo conhecer o perfil dos atendimentos clínicos realizados pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) na Região Metropolitana da Grande Vitória - Espírito Santo. Trata-se de um estudo descritivo, observacional, transversal, realizado por meio da coleta de dados do Sistema de Regulação Médica das Urgências do SAMU da Grande Vitória - Espírito Santo, incluindo atendimentos clínicos realizados em 2020-2021 com envio de ambulância. Os atendimentos no ano de 2020 (52,5%), na faixa etária de ≥75 anos (26,1%), sexo masculino (51,5%), chamados partindo do domicílio (85,6%), entre 13 e 19h (33,9%), com distúrbios respiratórios (25,1%), classificados como não críticos (60,3%), tendo a Unidade de Suporte Básico (81,4%) como recurso empregado, com transporte para Unidade de Pronto Atendimento (47,6%) predominaram dentro das suas categorias. Portanto, o perfil predominante foi: ano de 2020, homem, ≥75 anos, advindo do domicílio, período vespertino, por distúrbio respiratório, não crítico, transportado por Unidade de Suporte Básico, para Unidade de Pronto Atendimento.
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