O protagonismo e os desafios dos profissionais da saúde no enfrentamento ao abuso sexual infanto-juvenil de meninos perpetrado por mulheres

Autori

DOI:

https://doi.org/10.12957/sustinere.2025.82839

Parole chiave:

Abuso sexual contra meninos, abusadoras sexuais, gênero, profissionais da saúde

Abstract

Este artigo, fruto de dissertação de mestrado do Instituto de Saúde Coletiva/UFF, examina a problemática da violência sexual infanto-juvenil no âmbito da saúde coletiva, com foco na atuação dos profissionais de saúde na prevenção e proteção contra o abuso sexual de meninos perpetrado por mulheres. Através de uma revisão bibliográfica e análise de documentos ofertados pela esfera federal, o estudo traça o panorama histórico-político do enfrentamento à violência sexual infanto-juvenil, ressaltando o protagonismo dos profissionais da saúde nos principais documentos revisados e debatendo sobre as representações sociais de gênero que atravessam esta violência. A despeito deste protagonismo, são encontrados obstáculos para a concretização da atuação prevista, entre eles desafios de origem técnica, da formação e de ordem social/pessoal. Reflete-se que esses desafios são intensificados sobretudo em casos em que a violência ocorre contra meninos e perpetrada por mulheres, por divergir do socialmente esperado. Em conclusão, o artigo reconhece os avanços nas políticas públicas de combate à violência sexual infanto-juvenil, mas também destaca a necessidade de maior capacitação dos profissionais de saúde e de uma abordagem interdisciplinar e sensível para garantir a proteção efetiva a meninos sexualmente vitimados

Biografie autore

Camila Bahia Lessa, Universidade Federal Fluminense

Psicóloga e Mestre em Saúde Coletiva pela Universidade Federal Fluminense (UFF). Pós-graduada em Psicologia Hospitalar e da Saúde pela Universidade Cândido Mendes (UCAM). Atualmente, é doutoranda do Programa de Pós-Graduação em Saúde da Criança e da Mulher (PPGSCM/ IFF-FIOCRUZ) e atua como psicóloga no Ministério Público do Rio de Janeiro. Possui experiência em pesquisas na área de Saúde Coletiva, abordando principalmente os seguintes temas: formação em saúde, violência contra crianças, violência sexual e gênero.

Lilian Koifman, Universidade Federal Fluminense

Professora Titular do Departamento de Planejamento em Saúde, do Instituto de Saúde Coletiva da UFF. Professora Permanente no Programa de Pós-graduação em Saúde Coletiva (PPGSC) na Linha Educação em/na saúde: saberes e práticas e no Programa de Pós-graduação em Bioética, Ética Aplicada e Saúde Coletiva (PPGBIOS) na Linha Educação e Cuidados em Saúde. Doutora em Saúde Pública pela Escola Nacional de Saúde Pública Sérgio Arouca - Fiocruz (2002). Graduada em Educação pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (1988) e Mestre em Saúde Pública pela Escola Nacional de Saúde Pública Sérgio Arouca - Fiocruz (1996). Atuação na Saúde Coletiva, com ênfase na Formação em Saúde, atuando principalmente nos seguintes temas: formação em saúde, educação médica, currículo, reformulação curricular e integralidade na saúde. É Pesquisadora associada do Laboratório de Pesquisas de Práticas de Integralidade em Saúde (LAPPIS/UERJ, GP CNPq) e Vice-Líder do Grupo de Estudos de Gestão e Ensino em Saúde (GEGES/UFF, GP CNPq).

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Pubblicato

2026-01-05

Come citare

Lessa, C. B., & Koifman, L. (2026). O protagonismo e os desafios dos profissionais da saúde no enfrentamento ao abuso sexual infanto-juvenil de meninos perpetrado por mulheres. Revista Sustinere, 13(2), 824–848. https://doi.org/10.12957/sustinere.2025.82839