¿POR QUÉ TENEMOS QUE HABLAR DE ESA ASQUEROSIDAD? APUNTES SOBRE LA EDUCACIÓN SEXUAL INTEGRAL EN UNA CÁRCEL ARGENTINA

Autores

DOI:

https://doi.org/10.12957/riae.2026.82840

Resumo

Neste artigo disponibilizo algumas notas sobre o trabalho que entrelaça a Educação Sexual Integral e a escrita nas salas de aula universitárias do Centro Universitário Ezeiza do Complexo Penitenciário Federal IV, prisão argentina que abriga mulheres cis e trans. Pretendo retomar algumas discussões sobre os usos que a ESI pode adquirir quando adentra a universidade, e sua possível ressignificação e implementação nas salas de aula universitárias em centros penitenciários. Na linha de investigação que sustento, onde as oficinas são potenciadas como espaços de produção de conhecimento, ponho o foco nas experiências pedagógicas de arte e cultura, prestando especial atenção à dispositivos de formação cultural que incorporam a reflexão sobre gênero e sexualidades, e conteúdos relacionados à educação sexual integral em contextos de confinamento . As reflexões que compartilho neste capítulo não são apenas pessoais, estão enquadradas em uma linha de pesquisa impulsionada pelos processos de docência e extensão que apoiamos a partir do Programa de Extensão em Prisões (FFyL-UBA) e do Projeto UBACyT “Escrever na Prisão: línguas, política e comunidade".

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Publicado

21-08-2026

Como Citar

BUSTELO, Cynthia Ethel. ¿POR QUÉ TENEMOS QUE HABLAR DE ESA ASQUEROSIDAD? APUNTES SOBRE LA EDUCACIÓN SEXUAL INTEGRAL EN UNA CÁRCEL ARGENTINA. Revista Interinstitucional Artes de Educar, [S. l.], v. 12, n. 1, p. 375–396, 2026. DOI: 10.12957/riae.2026.82840. Disponível em: https://www.e-publicacoes.uerj.br/riae/article/view/82840. Acesso em: 24 ago. 2026.