A PANDEMIA DA COVID-19 COMO VITRINE DA PRECARIZAÇÃO DO TRABALHO DOCENTE E DA EDUCAÇÃO: DESAFIOS PARA O ENSINO EM UMA DEMOCRACIA FRAGILIZADA

Autores

DOI:

https://doi.org/10.12957/riae.2020.52309

Palavras-chave:

Democracia, Participação, Ensino remoto, Autoritarismo, Pandemia

Resumo

Motivados por uma pesquisa em andamento sobre educação e pandemia, objetivamos debater o processo antidemocrático construído nas entranhas da educação pública, que responde por seu estrangulamento. Em meio à pandemia do Covid-19, vozes docentes rompem as mordaças para denunciar as impossibilidades de uma educação democrática, após a intensificação dos desmontes, das ameaças de perda de autonomia e da precarização das condições de trabalho/ vida com a imposição intencional, atabalhoada e excludente do ensino remoto. Assim, reflexões teóricas e dados sobre a crise sanitária e o desigual acesso à tecnologia e direitos básicos, apontam para a necessidade de uma democracia participativa mais forte, com debate e elaboração coletiva de políticas públicas que garantam saúde e educação para todos.

Biografia do Autor

Fernanda Fochi Nogueira Insfran, Universidade Federal Fluminense

Psicóloga, professora adjunta da Universidade Federal Fluminense no campus Santo Antônio de Pádua. Pós doutora pelo Programa de Pós Graduação em bioética, ética aplicada e saúde coletiva (PPGBIOS/UFRJ). Professora e pesquisadora credenciada ao Programa de Pós Graduação em Ensino (PPGEn/UFF). É líder do Núcleo de Estudos Interseccionais em Psicologia e Educação (NEIPE/UFF). Membro do Fórum sobre Medicalização da Educação e da Sociedade.

Paulo Afonso Prado, Universidade Federal Fluminense

Graduado em Ciências Sociais  pela Universidade Estadual do Oeste do Paraná (UNIOESTE), licenciado em Pedagogia pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO). Mestrando em Ensino pela Universidade Federal Fluminense (UFF), onde desenvolve pesquisa sobre gênero, transexualidade e formação docente para a diversidade. É membro do no núcleo do Noroeste Fluminense do Fórum sobre Musicalização da Educação e da Sociedade e do Núcleo  de Estudos Interseccionais em Psicologia e Educação (NEIPE/UFF). Atua como docente nas disciplinas de Sociologia e Filosofia para o Ensino Médio. E também como Orientador Educacional, com atenção ao Ensino Fundamental II (anos finais) e Ensino Médio, ambas funções na rede pública estadual no município de Itaocara. Participa da coordenação do Grupo de Pais com foco no debate ao adoecimento emocional dos discentes e famílias.

Samela Estéfany Francisco Faria, Universidade Federal Fluminense

Graduada em Pedagogia pela Universidade Federal Fluminense (UFF) e Pós-graduada (lato-sensu) em Cultura Patrimônio e Educação pelo Instituto Federal Fluminense (IFF). Atualmente é mestranda em Ensino pela Universidade Federal Fluminense (UFF). É membra do Fórum sobre Medicalização da Educação e da Sociedade e do grupo de pesquisa Núcleo de Estudos Interseccionais em Psicologia e Educação (NEIPE/UFF).

Thalles Azevedo Ladeira, Universidade Federal Fluminense

Graduado em pedagogia pela Universidade Federal Fluminense (UFF). Professor do primeiro segmento do ensino fundamental no município de Bom Jesus do Itabapoana/ RJ. Atualmente é mestrando em ensino pela Universidade Federal Fluminense (UFF).  É membro do Fórum sobre Medicalização da Educação e da Sociedade e dos grupos de pesquisa Núcleo de Estudos Interseccionais em Psicologia e Educação (NEIPE/UFF) e Núcleo de Pesquisa em Trabalho em Educação (NUPETE/UFF) pela CNPq.

Tiago Afonso Sentinelli, Universidade Federal Fluminense

Graduado em História e Especialização em História do Brasil (Centro Universitário São José); atua como professor de Ensino Fundamental II e Ensino Médio na rede pública estadual do Rio de Janeiro e no Colégio Cenecista Nossa Senhora das Graças em Miracema/RJ. Atualmente é mestrando em ensino pela Universidade Federal Fluminense (UFF). É membro do Fórum sobre Medicalização da Educação e da Sociedade e do Núcleo de Estudos Interseccionais em Psicologia e Educação (NEIPE/UFF).

Waldyr Barcellos Jr., Secretaria Municipal de Educação de Santo Antônio de Pádua/ RJ

Possui graduação em História - Faculdades Integradas Padre Humberto (2007), graduação em Pedagogia pela Fundação de Apoio à Escola Técnica do Estado do Rio de Janeiro (2012), Pós graduação História do Brasil,Psicopedagogia, Educação Inclusiva e Mestrado em Ciência da Educação pela Universidade Del Norte (2012) e Mestrado em Ensino pela Universidade Federal Fluminense (2018). Atuando em várias áreas de coordenação pedagógica e ciências humanas da Prefeitura Municipal de Santo Antonio de Pádua, pedagogo da Prefeitura Municipal de Miracema, coordenador local - UFRJ e Coordenador Pedagógico - Programa Nacional de Inclusão de Jovens. Possuindo experiência em programas educacionais diversos como PNAIC, PROJOVEM e PRONATEC. Atualmente é professor na rede Municipal de Santo Antônio de Pádua atuando como professor na Educação Infantil e no Atendimento Educacional Especializado -AEE. Também possui bolsa como mediador educacional via Cederj/ UENF nas disciplinas de Educação a distância, Didática e Metodologia Científica (2018)

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Publicado

14-12-2020

Como Citar

INSFRAN, Fernanda Fochi Nogueira; PRADO, Paulo Afonso; FARIA, Samela Estéfany Francisco; LADEIRA, Thalles Azevedo; SENTINELLI, Tiago Afonso; BARCELLOS JR., Waldyr. A PANDEMIA DA COVID-19 COMO VITRINE DA PRECARIZAÇÃO DO TRABALHO DOCENTE E DA EDUCAÇÃO: DESAFIOS PARA O ENSINO EM UMA DEMOCRACIA FRAGILIZADA. Revista Interinstitucional Artes de Educar, [S. l.], v. 6, n. 4, p. 163–184, 2020. DOI: 10.12957/riae.2020.52309. Disponível em: https://www.e-publicacoes.uerj.br/riae/article/view/52309. Acesso em: 26 maio. 2024.