AS LINGUAGENS DA ARTE: SUA INTERSUBJETIVIDADE VIA EDUCAÇÃO ESTÉTICA E FORMAÇÃO DOCENTE

Autores

  • Edilane Silva
  • Tabatta Andrade
  • Graciele Andrade Rangel

DOI:

https://doi.org/10.12957/riae.2015.23787

Palavras-chave:

Pesquisa, Educação Estética, Formação.

Resumo

A arte se apresenta de diferentes formas e é disseminada de maneiras diversas. No entanto, dificilmente encontramos nas instituições escolares – seja nas Formações Iniciais, Universitárias ou Continuadas – esse campo sendo apresentado sob o viés da Educação Estética sem que o mote seja a percepção do belo ou a forma como essa arte se apresenta. Pretendemos aqui pesquisar como esse conceito foi se constituindo, o que nos dará subsídios para a construção do nosso conceito de Educação Estética, fundamentando-o em nossas pesquisas futuras, uma vez que, consideramos a construção do conhecimento como uma relação intrínseca entre o conhecimento sensível e o inteligível, pautando-nos, assim, nos estudos de Duarte Jr. Estamos iniciando nossos estudos neste campo por intermédio do Grupo de Pesquisa Práticas Educativas e Formação de Professores (GPPF) e temos como foco o mapeamento das publicações da Revista Brasileira de Educação no período de 2008 a 2014, com o intuito de analisar como foi se construindo o citado conceito, entendendo de que modo vem sendo disseminado como instrumento de formação dos sujeitos imersos nos processos educativos e como tem realmente contribuído para a prática docente.

 

 

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Publicado

13-07-2016

Como Citar

SILVA, Edilane; ANDRADE, Tabatta; RANGEL, Graciele Andrade. AS LINGUAGENS DA ARTE: SUA INTERSUBJETIVIDADE VIA EDUCAÇÃO ESTÉTICA E FORMAÇÃO DOCENTE. Revista Interinstitucional Artes de Educar, [S. l.], v. 1, n. 3, p. 408–419, 2016. DOI: 10.12957/riae.2015.23787. Disponível em: https://www.e-publicacoes.uerj.br/riae/article/view/23787. Acesso em: 13 jul. 2024.

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