Unidade de Acolhimento Adulto: Experiências em Meio a uma Proposta de Governo (Relato de Experiência)
DOI:
https://doi.org/10.12957/epp.2026.91418Palavras-chave:
acolhimento, reforma psiquiátrica, saúde mental, políticas públicasResumo
Em 2023, a prefeitura do Rio de Janeiro sugere a internação compulsória como forma de "lidar" com pessoas em situação de rua que não aceitem abordagem das equipes de saúde. Por meio de uma pesquisa bibliográfica a respeito da Reforma Psiquiátrica Brasileira e de mapeamento de políticas, que formularam a atenção ao álcool e outras drogas e, consequentemente, a Rede de Atenção Psicossocial, assim como de diário de campo de estágio, este trabalho tem como objetivo evidenciar as atuações de uma Unidade de Acolhimento Adulto da zona norte do Rio de Janeiro. Esse dispositivo opera na clínica de Álcool e outras Drogas e oferece Atenção Residencial Transitória a usuários da Rede que estejam em situação de rua. Os resultados permitiram discutir as contribuições a um cuidado antimanicomial em meio a tempos de internação compulsória na cidade e quais são os desafios enfrentados pelo serviço. Conclui-se que a participação em eventos públicos e as manifestações em oficinas mostraram que a Unidade estudada possui forte e relevante contribuição para o cuidado antimanicomial.
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