Submissões

O cadastro no sistema e posterior acesso, por meio de login e senha, são obrigatórios para a submissão de trabalhos, bem como para acompanhar o processo editorial em curso. Acesso em uma conta existente ou Registrar uma nova conta.

Condições para submissão

Como parte do processo de submissão, os autores são obrigados a verificar a conformidade da submissão em relação a todos os itens listados a seguir. As submissões que não estiverem de acordo com as normas serão devolvidas aos autores.
  • A contribuição é original e inédita anteriormente, e não está sendo revisada para publicação em outra revista; se for, isso deve ser justificado em "comentários ao editor".
  • Os arquivos são enviados no formato Microsoft Word ou RTF (desde que não excedam 2 MB).
  • URLs para as referências foram informadas quando necessário.
  • O texto está em espaço múltiplo 1,15; usa fonte Calibri light tamanho 12-pontos; emprega itálico em vez de sublinhado (exceto em endereços URL); tem recuo de 1,25 na primeira linha de cada parágrafo; as figuras e tabelas estão inseridas no texto, não no final do documento, como anexos.
  • O texto segue os padrões de estilo e requisitos bibliográficos descritos em Diretrizes para Autores, na seção "Sobre a Revista".
  • O nome do(s) autor(es) foi/foram removido(s) do arquivo e da opção "Propriedades" no Word, garantindo o anonimato exigido por esta revista no caso de envio para avaliação por pares (por exemplo, artigos), de acordo com as diretrizes disponíveis em Assegurando a avaliação cega por pares.
  • O artigo contém entre 5.000 e 10.000 palavras, incluindo notas e referências bibliográficas. Ele deve ter em inglês, português, francês ou espanhol: (i) um título, (ii) três palavras-chave e (iii) um resumo de no máximo 300 palavras.
  • Preencho a titulação mínima necessária para publicar na Revista Neiba, Cadernos Argentina-Brasil. (No caso de coautoria: o autor principal deve ser, no mínimo, mestrando).
  • Usei o modelo de folha de rosto fornecido pela Revista Neiba, Cadernos Argentina-Brasil  nas diretrizes para autores e o anexei separado do artigo em Documentos suplementares no ato da submissão.

Diretrizes para Autores

NORMAS PARA COLABORADORES

A Revista Neiba, Cadernos Argentina-Brasil aceita artigos acadêmicos inéditos orientados para o estudo e a análise das Relações Internacionais. Os artigos podem ser enviados em português, espanhol, francês ou inglês.

Todos os artigos serão submetidos à revisão cega por pares (double-blind) e qualquer sugestão e/ou comentário, incluindo novo ordenamento do texto, será previamente discutido e aprovado pelo autor. A resposta da primeira fase de análise é normalmente fornecida em 150 dias, a contar da data de submissão. Os autores terão um prazo estabelecido pela revista para corrigir e reenviar (por e-mail) as versões modificadas dos artigos.

Autores e Coautores deverão preencher todo o cadastro do Portal de Publicações no ato da submissão de artigos/Resenhas/Contribuições especiais, informando titulação e informando o link de currículo disponível na internet.

Autores e resenhistas devem enviar em folha de rosto separada do artigo na íntegra (tal como está no modelo para download) as seguintes informações: 

  • Nome como deseja que seja publicado na Revista,

  • Filiação institucional,
  • Cidade da Instituição,
  • Estado da Instituição,
  • País da Instituição de Ensino Superior à qual se adscreve,
  • Email a ser divulgado na revista
  • ORCID (é obrigatório)

É requisito mínimo para publicar artigos na Revista Neiba, Cadernos Argentina-Brasil, ter o mestrado em andamento.

Em casos de coautoria, pelo menos o primeiro autor deverá atender plenamente a este critério.

É requisito mínimo para envio de resenhas, ser mestrando.

Os editores se reservam o direito de rejeitar, antes da revisão, manuscritos que não se adequarem à revista, como em caso de inadequação à política e/ou escopo editorial da Revista Neiba, Cadernos Argentina-Brasil, desenvolvimento analítico inapropriado ou impreciso, formatação inconsistente ou não-observância às orientações aos autores e estilo de escrita pobre (esta lista não é exaustiva).

A extensão dos artigos deve ser entre 5.000 e 10.000 palavras, notas e referências bibliográficas inclusas. Se houver tabelas ou gráficos, os títulos, fontes e legendas deverão vir logo abaixo delas. 

Devem conter ainda os seguintes itens em inglês e em português, francês ou espanhol: (i) título; (ii) três palavras-chave; (iii) um resumo de até 300 palavras.

As resenhas devem focar em livros publicados nos últimos dois anos. Não devem ter mais que 1.000 palavras, nem conter título, notas e bibliografia. Devem constar, no início, a referência bibliográfica completa da obra resenhada, incluindo o ISSN, e 3 palavras-chave em português ou espanhol,  francês  e em inglês.

Os artigos e resenhas devem ser enviados tal como o modelo disponibilizado pela Revista Neiba, Cadernos Argentina-Brasil. Word, fonte Calibri light, tamanho 12, espaçamento múltiplo 1,5 cm. Margens: superior 3.5, esquerda 2.5, inferior 2, direita 2. As citações com mais de três linhas devem ser destacadas do texto compondo parágrafo com recuo de 4 cm (sem recuo na primeira linha), fonte Calibri light, tamanho 10, espaçamento simples. As citações indiretas devem vir no corpo de texto (Sobrenome, ano e página).

As notas de rodapé deverão ser de natureza substantiva, são destinadas apenas a  esclarecimentos adicionais ao texto, devem fonte Calibri Light, Tamanho 9, espaçamento simples.

As fontes e as referências bibliográficas serão listadas em ordem alfabética, ao final do texto; lembrando que nas referências bibliográficas deverão constar somente bibliografia citada ao longo do texto.

Texto citado:

Mantenha a pontuação e a ortografia originais. Se o texto citado contiver erros óbvios, insira [sic]. Citações curtas: coloque entre aspas simples, com aspas duplas em aspas simples, quando necessário. Use aspas simples para marcar uma citação dentro da citação. Se a citação não começar com uma letra maiúscula, insira-a em colchetes angulares, ex.:

[É] uma longa citação de mais de 40 palavras inseridas em um trabalho e, portanto, apresentada como um parágrafo recuado. Isso é mais conteúdo na longa citação de mais de 40 palavras. 'Esta é uma citação dentro da citação longa, colocada entre aspas simples', conforme a regra sugerida acima (Smith, 2013, p.34). 

Observação: Não use op cit, loc cit, ibid ou supra. Repita o nome e a data do autor para repetir referências.  

A Revista Neiba, Cadernos Argentina-Brasil usa o sistema de referência de Harvard(autor/data). Nesse sistema, o sobrenome do autor, ano de publicação (e às vezes números de página) são citados no texto, e um resumo bibliográfico completo da referência é fornecida em uma lista de referências no final do manuscrito. Um exemplo básico a seguir: 

Citação direta:

Se o nome do autor faz parte de sua sentença, então o sobrenome deve ser seguido pelo ano de publicação (entre parênteses).

  • Segundo Rafael Villa (2004), a aceitação da ideia da democracia como valor universal contribuiu para que a diplomacia brasileira estabelecesse um consenso em torno da vinculação entre democracia, integração regional e perspectivas de desenvolvimento.

Citação indireta:

Se você não mencionar o nome do autor no seu texto, então você deve colocar o nome e o ano de publicação do autor, entre parênteses, no final da frase.

  • O setor somou um prejuízo de mais de $4 bilhões de reais nos negócios com câmbio em 2011 (Pitta, 2013).
  • A Prússia funcionava na ocasião como o paymaster e exercia um papel institucional e político fundamental como coordenadora do aprofundamento do processo de integração (Mattli 1999, p. 123).

Dois ou três autores, citação direta e indireta:

Todos os autores (com data de publicação) deverá ser mencionado dentro de seu texto:

  • Como destaca Wilde e Zurn (2012), esta atitude alemã confirma análises como as de Hobolt (2012) e Ecker-Ehrhardt  e Wessels (2011), que estudam a correlação entre a avaliação que os cidadãos europeus fazem sobre a UE e seu próprio governo nacional.
  • Em 2008, a Cosan se associou à Shell para formar a empresa Raízen, que estimulou a concentração da produção de etanol pelo setor petroleiro (Xavier, Pitta e Mendonça, 2011).

Vários autores:

Quando houver mais de três autores fornecer apenas o nome do primeiro autor, seguido de  "et al." (E todos) em itálico, e do ano de publicação entre parênteses.

  • Segundo Tullo Vigevani et al (2008) a posição do Brasil frente a diferentes temas deve ser vista à luz de fatores constitutivos da política externa, enraizados na sociedade e no estado brasileiros: a autonomia e o universalismo.
  • Em seu ponto de vista, o bloco atuaria como um reforço para a inserção internacional do Brasil, sem os condicionamentos próprios de um mercado comum ou de traços supranacionais (Vigevani et al, 2008).

Várias obras de um único autor (mesmo ano):

Quando o mesmo autor tem publicado mais de um documento citado no mesmo ano, usar letras minúsculas para diferenciar cada documento, tanto nas citações diretas, indiretas e nas referências.

  • Almeida, F. R. de F. (2001a) Do grão ao pão. O trigo nas relações entre o Brasil e a Argentina. Dissertação de Mestrado, Universidade do Estado do Rio de Janeiro.
  • Almeida, F. R. de F. (2001b) ‘Aspectos econômicos e ecológicos dos transgênicos’, Revista CADE, ano III, n.4, Rio de Janeiro, Faculdade Moraes Junior, jul/dez.

Números de página:

Se você está citando diretamente ou usando ideias de uma página específica ou páginas de um trabalho, você também deve incluir o número da (s) página dentro de sua citação. Insira a abreviatura p. ou pp (para várias páginas) antes do número (s) página.

  • A Prússia funcionava na ocasião como o paymaster e exercia um papel institucional e político fundamental como coordenadora do aprofundamento do processo de integração (Mattli 1999, p.123).
  • Segundo Silva (2011, pp.157-158), “para os colombianos, além de Tabatinga, onde há uma presença significativa deles, outra via de entrada é a Venezuela, via Boa Vista (RR), como é o caso dos refugiados”.

Citando fontes secundárias:

Se você já leu sobre o trabalho de um autor em particular, mas não conseguiu consultar o trabalho real (a fonte primária) diretamente, então você deve fazer uma referência secundária. Use a  frase "citado em" e dê o número da página em que a fonte cita esta informação.

  • Segundo Garcia, “Não queremos que o país seja uma ilha de prosperidade em meio a um mundo de miseráveis. Temos que ajudá-los sim. Essa é uma visão pragmática” (citado por Dieguez, 2009).

Livros:

Elementos obrigatórios (livros impressos)

  •  Autor: Sobrenome usando letras maiúsculas e minúsculas, seguido de vírgula;
  • Iniciais do sobrenome maiúsculas com ponto final após cada uma;
  • Ano de publicação (não impressão ou impressão) entre parênteses;
  • Título completo em itálico. Somente a primeira palavra e os nomes próprios devem ser capitalizados. Siga com um ponto final (a menos que haja legenda);
  • Subtítulo: Segue dois pontos no final do título completo. Somente nomes próprios devem ser escritos em maiúsculas. Seguido por um ponto final;
  • Edição: inclua apenas se não for uma primeira edição. Use o número relevante seguido de "ed". Por exemplo, 4ª ed.;
  • Local de publicação: Indique a cidade ou cidade e país, se houver possível confusão com o Reino Unido. Siga com dois pontos;
  • Editor: nome do editor seguido por ponto final.

Exemplo:

  • Ribeiro, M. C. M. (2010) Globalização e Novos Atores: a paradiplomacia das cidades brasileiras. Salvador: Editora da UFBA.

Capítulo de um livro editado:

  • Fonseca Jr, G. (1999) ‘Anotações sobre as condições do sistema internacional no limiar do século XIX: a distribuição dos pólos de poder e a inserção internacional do Brasil`, in G.Dupas e T.Vigevani (eds.), O Brasil e as novas dimensões da segurança internacional. São Paulo: Alfa-Omega/Fapesp, pp.17-42.

Artigos de revistas:

Elementos obrigatórios (artigos de periódicos impressos)

Autor (es), Iniciais. (Ano da publicação) ‘Título do artigo entre aspas simples’, Título completo da revista em itálico, Número do volume (número da edição/peça entre parêntesis), Números de página, ex.:

  • Haass, R. N. (2008). ‘The Age of Nonpolarity: What will Follow U.S. Dominance?’, Foreign Affairs, 87(3), pp.44-56.

Artigos de revistas on-line:

Mesma formatação do item anterior, devendo acrescentar o URL completo de onde o artigo foi acessado e a data que ocorreu o acesso, com o mês abreviado.

  • Dantas, A. T. (2013) ‘Comércio Externo do Brasil: o papel da América Latina e Caribe’, Mural Internacional, 4(2), pp. 48-54, [online]. Disponível em: http://www.e-publicacoes.uerj.br/index.php/muralinternacional/article/view/8367 [Acesso em: 28 Jul. 2014]

Artigos de jornais:

Elementos obrigatórios (artigos de jornal)

Autor (se não houver autor, use o título do jornal em itálico). (Ano de publicação) ‘Título do artigo entre aspas simples’, Título do jornal em itálico, data, Referência da página, ex.:

  • Celestino, Helena (2014). Sedução, a falta que ela faz. O Globo, 05 outubro, p.55 .
  • Folha de São Paulo (2013). América do Sul perde fatia nos investimentos externos do Brasil, 03 de agosto, Caderno Mercado 2, p.5.

Fontes on-line:

Elementos obrigatórios (sites)

Autor/Organização (Ano) site / página que foi publicado ou o último título atualizado da página da Web/Internet (se ainda não tiver sido fornecido) em itálico. Disponível em: URL [Acesso em: xx mês ano], ex.:

Outras publicações acadêmicas:

Elementos obrigatórios (Teses/dissertações/Monografias)

Nome e as iniciais do autor. (Ano de apresentação). Título. Nível (PhD etc). Estabelecimento de ensino.

  • Pitta, F. T. (2011). Modernização Retardatária e agroindústria sucroalcooleira paulista: o Proálcool como reprodução fictícia do capital em crise. Dissertação de Mestrado, Geografia Humana/Universidade de São Paulo.

USO DE INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL (IA)

A Revista NEIBA permite a utilização de ferramentas de Inteligência Artificial (IA), incluindo Inteligência Artificial Generativa, como recurso auxiliar na elaboração de manuscritos, desde que seu uso seja pautado pelos princípios da transparência, integridade científica e responsabilidade autoral.

Quando utilizadas, as ferramentas de IA deverão ser declaradas pelos autores no momento da submissão, por meio de nota de rodapé ou em seção específica do manuscrito, indicando, de forma sucinta, a ferramenta empregada e sua finalidade (por exemplo, revisão linguística, tradução, organização textual, apoio à análise de dados ou outra atividade equivalente).

Ferramentas de Inteligência Artificial não poderão ser indicadas como autoras ou coautoras dos trabalhos submetidos. A responsabilidade integral pela originalidade do manuscrito, pela exatidão das informações, pelas análises, interpretações, referências, citações e conclusões apresentadas permanece exclusivamente com os autores.

A utilização de ferramentas de IA não exime os autores da observância das normas éticas e científicas adotadas pela Revista NEIBA, nem da verificação da precisão, confiabilidade e adequação do conteúdo produzido com seu auxílio.

Ética na Publicação e Más Práticas

1. Princípios gerais
A Revista Neiba, Cadernos Argentina-Brasil está comprometida com os princípios de integridade, transparência, responsabilidade e boas práticas na comunicação científica. Suas políticas editoriais orientam-se pelas boas práticas internacionalmente reconhecidas em ética da publicação, em particular pelas recomendações e Core Practices do Committee on Publication Ethics (COPE).

A responsabilidade pela integridade da publicação científica é compartilhada por editores, autores, pareceristas e demais participantes do processo editorial. A Revista trata com seriedade quaisquer suspeitas ou alegações de má conduta relacionadas a manuscritos submetidos ou a trabalhos já publicados.

As decisões editoriais são baseadas exclusivamente na qualidade acadêmica, relevância, originalidade, rigor, adequação ao escopo da Revista e cumprimento de suas normas. Nenhuma decisão será influenciada por nacionalidade, origem institucional, gênero, religião, orientação política ou qualquer outra característica pessoal dos autores.

2. Responsabilidades dos editores
Os editores são responsáveis por assegurar a integridade, independência e qualidade do processo editorial. Compete aos editores:

  • avaliar os manuscritos de maneira imparcial e de acordo com o escopo, a qualidade acadêmica, a originalidade e a relevância da contribuição;
  • garantir a aplicação consistente das políticas editoriais e éticas da Revista;
  • preservar a confidencialidade dos manuscritos submetidos e das informações relativas ao processo de avaliação;
  • selecionar pareceristas com conhecimento adequado ao tema e, sempre que possível, sem conflitos de interesse com os autores ou com o manuscrito;
  • garantir que conflitos de interesse editoriais sejam declarados e administrados adequadamente;
  • não utilizar, em benefício próprio ou de terceiros, informações inéditas obtidas por meio de manuscritos submetidos;
  • tomar medidas apropriadas diante de suspeitas de plágio, fabricação ou falsificação de dados, manipulação do processo de avaliação, autoria inadequada, publicação redundante ou outras formas de má conduta;
  • considerar de maneira fundamentada reclamações e apelações relativas a decisões editoriais;
  • corrigir o registro científico quando forem identificados erros ou problemas relevantes após a publicação.

Quando um editor tiver conflito de interesse em relação a um manuscrito, sua gestão deverá ser transferida a outro membro qualificado da equipe editorial.

A decisão final sobre aceitação ou rejeição de um manuscrito é de responsabilidade editorial e deve resultar de julgamento humano. Ferramentas automatizadas ou de inteligência artificial podem, quando apropriado, auxiliar tarefas técnicas, mas não substituem a responsabilidade e a decisão dos editores.

3. Responsabilidades dos autores
Ao submeter um manuscrito à Revista, os autores declaram que:

  • o trabalho é original;
  • o manuscrito não contém plágio ou apropriação indevida de ideias, textos, dados ou resultados de terceiros;
  • todas as fontes relevantes foram corretamente reconhecidas e citadas;
  • dados, documentos e evidências apresentados não foram fabricados, falsificados ou manipulados de maneira enganosa;
  • o manuscrito não está simultaneamente submetido a outro periódico;
  • o trabalho não foi publicado anteriormente em forma substancialmente equivalente, salvo nas situações expressamente admitidas pelas políticas da Revista;
  • todas as pessoas indicadas como autoras contribuíram efetivamente para o trabalho e aprovaram a versão submetida;
  • nenhuma pessoa que satisfaça os critérios de autoria foi deliberadamente excluída;
  • conflitos de interesse relevantes foram declarados;
  • fontes de financiamento, quando existentes e pertinentes, foram informadas;
  • autorizações éticas, consentimentos ou permissões necessárias para a realização e divulgação da pesquisa foram obtidos quando aplicáveis;
  • o uso de inteligência artificial e tecnologias assistidas por IA foi declarado conforme a política estabelecida nesta página.

Os autores continuam responsáveis pela exatidão, integridade e confiabilidade de todo o conteúdo do manuscrito, inclusive quando ferramentas digitais ou de inteligência artificial tiverem sido utilizadas durante sua preparação.

Caso identifiquem erro significativo em um manuscrito submetido ou em um artigo já publicado, os autores devem informar a Revista tão rapidamente quanto possível e colaborar com as medidas necessárias para sua correção.

4. Responsabilidades dos pareceristas
O processo de avaliação por pares é parte essencial da garantia de qualidade acadêmica da Revista. Os pareceristas devem:

  • aceitar avaliações somente quando possuírem conhecimento suficiente para realizar uma análise competente;
  • comunicar prontamente qualquer conflito de interesse real, potencial ou aparente;
  • realizar a avaliação de maneira objetiva, fundamentada e respeitosa;
  • evitar comentários de natureza pessoal ou discriminatória;
  • tratar o manuscrito e todas as informações recebidas durante a avaliação como confidenciais;
  • não utilizar dados, argumentos, interpretações ou informações inéditas obtidas durante a avaliação para benefício próprio ou de terceiros;
  • informar aos editores suspeitas fundamentadas de plágio, publicação redundante, fabricação ou falsificação, problemas de autoria ou outras formas de má conduta;
  • respeitar os prazos acordados ou comunicar ao editor quando não puderem cumpri-los.

Os pareceristas não devem compartilhar manuscritos, integralmente ou em partes, com terceiros sem autorização editorial. Também não devem inserir manuscritos, trechos de manuscritos ou dados confidenciais em sistemas públicos ou externos de inteligência artificial generativa quando isso puder comprometer a confidencialidade do processo de avaliação.

5. Plágio e apropriação indevida
A Revista não aceita plágio em nenhuma de suas formas. Considera-se plágio a utilização de palavras, ideias, argumentos, dados, imagens ou outros materiais de terceiros sem o devido reconhecimento da fonte. A reprodução literal deve ser claramente identificada e acompanhada da referência apropriada.

O reaproveitamento substancial de textos anteriormente publicados pelo próprio autor, sem indicação adequada, também poderá ser tratado como publicação redundante, sobreposição inadequada ou reciclagem de texto, de acordo com a natureza e a extensão do caso.

A Revista poderá utilizar ferramentas de detecção de similaridade ou outros mecanismos de verificação. Um índice de similaridade, entretanto, não constitui por si só prova de plágio: os resultados deverão ser analisados editorialmente em seu contexto.

Casos confirmados poderão resultar em rejeição do manuscrito, correção, retratação ou outras medidas apropriadas.

6. Fabricação e falsificação
A fabricação de dados, fontes, entrevistas, documentos, resultados ou evidências é incompatível com os padrões éticos da Revista. Também é proibida a falsificação, definida como manipulação, alteração, omissão ou apresentação seletiva de dados, documentos, imagens, fontes ou resultados de modo a induzir a interpretações enganosas sobre a pesquisa.

Quando houver suspeita fundamentada de fabricação ou falsificação, a Revista poderá solicitar esclarecimentos, documentação, dados ou outras informações necessárias à avaliação do caso. Dependendo da gravidade da situação, a Revista poderá entrar em contato com as instituições ou outras entidades responsáveis pela investigação da integridade da pesquisa.

7. Submissões simultâneas, publicação duplicada e redundante
Um manuscrito não pode permanecer simultaneamente em avaliação na Revista Neiba e em outro periódico. Ao submeter um trabalho, o autor correspondente declara que o manuscrito não está sendo avaliado por outra publicação.

A publicação do mesmo trabalho, ou de versões substancialmente equivalentes, em mais de um periódico sem justificativa, transparência e autorização apropriadas constitui publicação duplicada ou redundante. Quando um manuscrito tiver relação significativa com trabalhos anteriores dos mesmos autores, essa relação deverá ser indicada de forma transparente e as publicações relevantes deverão ser citadas.

8. Autoria e contribuições
A autoria deve refletir contribuições intelectuais efetivas para o trabalho. Todas as pessoas identificadas como autoras devem:

  • ter contribuído de maneira substantiva para a concepção, elaboração, análise, interpretação ou redação do trabalho;
  • conhecer e aprovar a versão submetida;
  • concordar com sua submissão à Revista;
  • assumir responsabilidade pelo conteúdo publicado na medida correspondente à sua contribuição.

Práticas de autoria honorária, convidada ou presenteada, assim como a exclusão indevida de pessoas que contribuíram substancialmente para o trabalho, são incompatíveis com esta política. Quando necessário, a Revista poderá solicitar esclarecimentos sobre as contribuições individuais dos autores.

Alterações de autoria solicitadas depois da submissão — inclusão, exclusão ou mudança na ordem dos autores — devem ser justificadas e contar, em princípio, com a concordância de todas as pessoas envolvidas.

Sistemas ou ferramentas de inteligência artificial não podem ser indicados como autores ou coautores.

9. Conflitos de interesse
Autores, editores e pareceristas devem declarar situações que possam interferir, ou ser percebidas como capazes de interferir, em sua independência de julgamento. Conflitos de interesse podem ser de natureza financeira, profissional, institucional, acadêmica, pessoal ou de outra natureza relevante.

Os autores devem informar conflitos relevantes no momento da submissão. A inexistência de conflito também poderá ser declarada quando solicitado pela Revista. Os pareceristas devem recusar a avaliação quando uma relação com autores, instituições, projetos ou outros interesses puder comprometer sua imparcialidade. Os editores que apresentem conflito de interesse em relação a determinado manuscrito não devem participar da decisão editorial correspondente.

A existência de conflito de interesse não implica, por si só, má conduta. A transparência e sua gestão adequada são os princípios fundamentais.

10. Confidencialidade
Todo manuscrito submetido será tratado como documento confidencial durante o processo editorial. Informações sobre manuscritos não publicados não serão divulgadas a pessoas que não participem legitimamente do processo de avaliação ou produção editorial.

Editores e pareceristas não podem utilizar para benefício próprio ideias, informações, argumentos, dados ou resultados inéditos obtidos por meio de um manuscrito submetido. Essa obrigação de confidencialidade permanece válida mesmo após a conclusão da avaliação.

11. Supervisão ética da pesquisa
Quando a pesquisa envolver seres humanos, grupos vulneráveis, entrevistas, informações pessoais, documentos confidenciais ou outros materiais que exijam proteção ética, os autores deverão observar as normas éticas e jurídicas aplicáveis ao contexto da pesquisa.

Quando pertinente, a Revista poderá solicitar informações sobre aprovação por comitê de ética, consentimento informado, autorização para divulgação ou procedimentos utilizados para proteger identidade, privacidade e dados sensíveis dos participantes. A utilização de materiais obtidos de maneira ilícita, enganosa ou eticamente inadequada poderá constituir motivo para rejeição, investigação ou medidas pós-publicação.

12. Manipulação de citações e do processo editorial
A Revista não tolera práticas destinadas a manipular artificialmente indicadores, citações ou decisões editoriais. São consideradas inadequadas, entre outras:

  • exigências de citações sem justificativa acadêmica;
  • inclusão de referências irrelevantes com finalidade exclusivamente métrica;
  • acordos de citação destinados a inflar artificialmente indicadores;
  • apresentação de identidades falsas de pareceristas;
  • interferência indevida na seleção ou atuação dos avaliadores;
  • manipulação sistemática do processo de avaliação por pares.

Sugestões de referências por editores ou pareceristas devem ter fundamento acadêmico e ser pertinentes ao conteúdo do manuscrito.

13. Correções, retratações e expressões de preocupação
A Revista está comprometida com a preservação da integridade do registro científico. Quando for identificado erro relevante em artigo publicado que não invalide substancialmente o trabalho, poderá ser publicada uma correção claramente identificada e vinculada ao artigo original.

Uma retratação poderá ser considerada quando houver evidências confiáveis de que os resultados ou conclusões não são confiáveis em consequência de erro grave ou má conduta, ou quando forem confirmados casos significativos de plágio, publicação redundante, pesquisa antiética ou outras violações capazes de comprometer a integridade do artigo.

As notificações de retratação deverão identificar claramente o artigo afetado, permanecer acessíveis e explicar, de maneira transparente, a razão da medida, preservando tanto quanto possível o registro da publicação original.

Quando existirem dúvidas graves sobre a confiabilidade ou integridade de um artigo, mas a investigação ainda não permitir uma conclusão, a Revista poderá publicar uma expressão de preocupação. Correções ou retratações não serão evitadas simplesmente porque autores discordem da medida quando as evidências disponíveis demonstrarem que uma ação editorial é necessária.

14. Reclamações e apelações
Autores, pareceristas, leitores ou outras partes interessadas podem apresentar reclamações relativas ao processo editorial, conduta da Revista ou questões de ética e integridade por meio do canal de contato ().

Autores também poderão solicitar reconsideração de decisões editoriais quando entenderem que ocorreu erro relevante no processo de avaliação ou na aplicação das políticas da Revista. As apelações devem apresentar justificativa objetiva e fundamentada. O simples desacordo com uma decisão editorial não implica sua revisão.

Sempre que possível, reclamações ou apelações serão analisadas por editor ou membro da equipe editorial que não tenha conflito de interesse direto com o caso. A apresentação de reclamação ou apelação não resultará em tratamento desfavorável ao autor em submissões presentes ou futuras.

15. Alegações de má conduta em pesquisa ou publicação
A Revista levará a sério alegações fundamentadas de má conduta recebidas antes ou depois da publicação. Entre as condutas passíveis de investigação estão:

  • plágio;
  • fabricação ou falsificação de dados ou fontes;
  • manipulação de imagens, documentos ou resultados;
  • autoria inadequada;
  • publicação duplicada ou redundante;
  • submissão simultânea;
  • manipulação de citações;
  • manipulação da revisão por pares;
  • ocultação deliberada de conflitos de interesse;
  • violações éticas na obtenção ou utilização de dados;
  • apresentação de informações falsas durante a submissão ou avaliação.

As alegações serão examinadas de maneira confidencial, imparcial e proporcional à sua gravidade. Os autores ou demais pessoas envolvidas terão oportunidade de apresentar esclarecimentos quando apropriado.

A Revista não pretende substituir as instâncias institucionais responsáveis por investigações formais de integridade científica. Quando necessário, poderá encaminhar questões às instituições de afiliação dos pesquisadores, agências financiadoras ou outras autoridades competentes e colaborar com investigações legítimas.

As medidas editoriais poderão incluir solicitação de esclarecimentos, rejeição do manuscrito, correção, expressão de preocupação, retratação ou outras providências proporcionais à natureza e gravidade do caso.

16. Uso de inteligência artificial e tecnologias assistidas por IA
A Revista reconhece que ferramentas de inteligência artificial, particularmente sistemas de inteligência artificial generativa, podem ser utilizadas em diferentes etapas da pesquisa e da preparação de manuscritos. Seu uso deve obedecer aos princípios de transparência, responsabilidade, confidencialidade e supervisão humana.

16.1. Uso de IA pelos autores — Ferramentas de IA não podem ser indicadas como autoras ou coautoras, pois não podem assumir responsabilidade acadêmica pelo conteúdo produzido nem responder por questões relativas à integridade, originalidade e direitos autorais.

Os autores continuam integralmente responsáveis por todo o conteúdo submetido, inclusive por material produzido, sugerido, traduzido, resumido, analisado ou modificado com auxílio de sistemas de IA.

O uso de inteligência artificial generativa que tenha contribuído de maneira substantiva para a produção ou transformação de texto, análise, código, tabelas, imagens ou outros componentes do manuscrito deve ser declarado de forma transparente. A declaração deve indicar, sempre que pertinente: a ferramenta utilizada; sua finalidade; a natureza da contribuição da ferramenta; a etapa da pesquisa ou preparação do manuscrito em que foi utilizada.

Ferramentas de correção ortográfica, organização bibliográfica ou ajustes técnicos que não gerem nem alterem substancialmente o conteúdo intelectual não precisam, em princípio, ser declaradas.

Os autores devem verificar cuidadosamente qualquer informação gerada por IA. Sistemas de inteligência artificial podem produzir informações inexatas, referências inexistentes, citações incorretas, simplificações ou conteúdo enviesado. A responsabilidade pela verificação de fatos, referências, citações e argumentos é exclusivamente dos autores. O uso de IA nunca dispensa o respeito às normas de autoria, originalidade, proteção de dados, propriedade intelectual e integridade da pesquisa.

16.2. Uso de IA por pareceristas — Os pareceristas devem preservar integralmente a confidencialidade dos manuscritos. Não devem inserir um manuscrito, trechos substanciais, dados inéditos ou outras informações confidenciais em sistemas públicos ou externos de inteligência artificial generativa quando isso puder implicar armazenamento, processamento ou reutilização do conteúdo por terceiros. O parecer deve representar o julgamento acadêmico do próprio avaliador, que permanece pessoalmente responsável pelas opiniões e recomendações apresentadas à Revista.

16.3. Uso de IA pelos editores — Os editores devem observar os mesmos princípios de confidencialidade aplicáveis aos pareceristas e não devem inserir manuscritos inéditos ou informações confidenciais em sistemas externos de IA que não ofereçam garantias adequadas de proteção de dados e confidencialidade. Ferramentas automatizadas podem auxiliar atividades como verificação de similaridade, organização editorial ou análise técnica. Contudo, decisões sobre envio para avaliação, revisão, aceitação ou rejeição de manuscritos deverão permanecer sob responsabilidade humana.

A Revista acompanhará a evolução das boas práticas internacionais relacionadas à inteligência artificial e poderá atualizar esta política sempre que mudanças tecnológicas ou normativas o tornarem necessário.

17. Atualização da política
As práticas de integridade científica e as tecnologias relacionadas à publicação acadêmica evoluem continuamente. A Revista Neiba poderá revisar esta política periodicamente para mantê-la compatível com padrões reconhecidos de ética editorial e integridade da pesquisa. A versão vigente desta política será sempre aquela disponibilizada no site oficial da Revista.

 

ARTIGOS | ARTICLES

A Revista Neiba, Cadernos Argentina Brasil aceita artigos acadêmicos inéditos sobre temas de Relações Internacionais. Os artigos podem ser enviados em português, espanhol, francês ou inglês. Todos os artigos serão submetidos ao processo de revisão cega entre pares expertos no assunto em questão, tal revisão garante o anonimato tanto dos autores, quanto dos pareceristas. Qualquer sugestão e/ou comentário, incluindo novo ordenamento do texto, será previamente discutido e aprovado pelo autor.

DOSSIÊ | DOSSIER

A Revista Neiba, Cadernos Argentina Brasil aceita propostas de dossiê temático sobre assuntos específicos da atualidade das Relações Internacionais que convoquem a publicação de artigos acadêmicos inéditos sobre o tema em questão. Tais dossiês são desenvolvidos em parcerias específicas com grupos de pesquisa e instituições de caráter nacional e internacional. Convidamos a todos os interessados a enviar propostas de dossiê temáticos pelos canais de comunicação da Revista. Os artigos podem ser enviados em português, francês, inglês e espanhol, e todos serão submetidos à revisão cega por pares, qualquer sugestão e/ou comentário, incluindo novo ordenamento do texto, será previamente discutido e aprovado pelos autores.

RESENHAS | BOOK REVIEWS

A Revista Neiba, Cadernos Argentina Brasil aceita a publicação de resenhas de livros com edição de até dois anos de antiguidade, a temática dos livros deve ser focada no objeto de estudo das Relações Internacionais em sentido amplo. Elas são avaliadas pela equipe editorial, não é necessário contar com o consentimento do/s autor/es dos livros resenhados.

DOSSIÊ OS POPULISMOS NO SÉC. XXI | DOSSIER THE POPULISM IN THE 21st CENTURY

Os populismos no século XXI
O século XXI será o século do populismo, segundo alguns autores. Fenômeno celebrado por alguns e demonizado por outros, de difícil precisão conceitual, o populismo suscita infindáveis debates acerca de sua “essência” - estratégia política? instrumento de mobilização? ideologia? ethos democrático? discurso? simples estilo de comunicação? - , de suas causas e, sobretudo, de suas consequências para os sistemas democráticos. Ao longo do tempo, múltiplas abordagens teóricas e tipologias foram elaboradas, principalmente através de estudos de caso. Como resultado dessa falta de delimitação clara do populismo enquanto conceito e fenômeno, constata-se a existência de um impasse teórico com profundas implicações políticas. Entretanto, independente da abordagem interpretativa ou normativa a ser utilizada, o populismo deve ser entendido como uma espécie de resposta aos problemas contemporâneos, particularmente em razão da sua alta capacidade de penetração em diversas áreas e temáticas: partidos políticos, movimentos sociais, nacionalismo, fascismo, política externa, identidades, gênero, religião, mídia e migrações. Sendo assim, o objetivo deste dossiê é oferecer aos nossos leitores, a partir de uma perspectiva pluridisciplinar, uma atualização das reflexões acerca do populismo no século XXI - denominado, por alguns autores, de neopopulismo a fim de diferenciá-lo do populismo "clássico”.


Populisms in the 21st century
The 21st century will be the century of populism, according to some authors. A phenomenon celebrated by some and demonized by others, of difficult conceptual precision, does populism raise endless debates about its “essence” - political strategy? mobilization instrument? ideology? democratic ethos? speech? simple communication style? - , its causes and, above all, its consequences for democratic systems. Over time, multiple theoretical approaches and typologies were developed, mainly through case studies. As a result of this lack of clear delimitation of populism as a concept and phenomenon, there is a theoretical impasse with profound political implications. However, regardless of the interpretative or normative approach to be used, populism must be understood as a kind of response to contemporary problems, particularly due to its high penetration capacity in various areas and themes: political parties, social movements, nationalism, fascism , foreign policy, identities, gender, religion, media and migrations. Therefore, the objective of this dossier is to offer our readers, from a multidisciplinary perspective, an update on the reflections on populism in the 21st century - called, by some authors, neopopulism in order to differentiate it from "classic" populism.


A Revista Neiba, Cadernos Argentina Brasil abre a chamada para o envio de artigos inéditos para compor o dossiê "Os populismos no século XXI" organizado por Hugo R. Suppo (PPGRI-UERJ), Gerardo Aboy Carlés (CONICET/ Escuela IDAES-Universidad Nacional de San Martín (UNSAM) e Carlos F. Domínguez Avila (Pesquisador colaborador da Universidade de Brasília e Doutor em História).
Calendário:
O prazo para a recepção de artigos vai até 31 de maio de 2022. Os/as interessados/as deverão enviar os artigos inéditos pelo portal da revista seguindo as diretrizes para autores/as. Se logar na página e submeter o artigo na categoria "Dossiê Os populismos no século XXI".
A previsão da publicação do dossiê é para outubro de 2022.


Populisms in the 21st century
Revista Neiba, Cadernos Argentina Brasil call for interested parties to submit unpublished articles to compose the Special Issue Populisms in the 21st century organized by Hugo R. Suppo (PPGRI-UERJ), Gerardo Aboy Carlés (CONICET/ Escuela IDAES-Universidad Nacional de San Martín (UNSAM) and Carlos F. Domínguez Avila (Pesquisador colaborador da Universidade de Brasília e Doutor em História).
Call for papers Populisms in the 21st century
Important dates: The papers reception period is untill 31th of may of 2022. The authors would send the unpublished articles on line in Revista Neiba, Cadernos Argentina Brasil oficial web site, following the authors guidelines. Log in with your user information and sumbit the paper in the "Dossiê Os populismos no século XXI" section.
The publication of the Special Issue will be in october 2022.

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