Filosofia da ciência e evolução: uma contribuição ao ensino. Parte 3. Por que evolução?

Francisco José de Figueiredo, Levy Aquino de Oliveira

Resumo


A ciência, como uma entre várias formas do saber, se destaca por apresentar rigorosos métodos de investigação da realidade objetiva. Conhecer a natureza da ciência, suas potencialidades e limites, é pré-requisito para distingui-la de formas rivais de conhecimento e avaliar sua eficácia. Isto contribui para uma análise crítica de diferentes propostas difusas na sociedade como tentativas para descrição e explicação do mundo físico. Entre elas estão àquelas ligadas às origens, como a história da biodiversidade no planeta Terra. Nesse artigo, a demarcação entre ciência e não ciência é explorada. Uma vez que há diferentes tipos de ciências (“hards” and “softs), com diferentes metodologias, a questão demarcatória permanece problemática. O critério de vulnerabilidade se apresenta como eficiente nas ciências históricas em que os indivíduos naturais recebem papel importante. Porém, justificativas subjacentes podem levar a uma condição de indesejável regressão infinita. Com o intuito de se avaliar o status científico da teoria evolutiva, aspectos conceituais são apresentados comparativamente em contexto histórico e filosófico, desde o início da Neosíntese até sua atual versão estendida. Grandes transições e rupturas epistemológicas são discutidas e seus impactos, avaliados. Dentro da metodologia encaminhada por Imre Lakatos, a teoria evolutiva constitui um programa de investigação científica progressivo, gerando diversas predições testáveis e acumulando evidências. A teoria tem sofrido reformulações recentes acomodando diversas novidades, entre elas a revolução da biologia molecular e biologia do desenvolvimento. Apesar das controvérsias e do polifiletismo conceitual quanto aos processos evolutivos envolvidos, a Neosíntese mostra-se resiliente, permanecendo como a melhor explicação para a história da biodiversidade no planeta Terra.

Palavras-chave


Filosofia da Ciência; Método científico; Darwinismo; Ensino de Biologia; Neosíntese

Texto completo:

PDF

Referências


ALMEIDA, C.A.S.; BONVICINO, C.R.; LACHTERMACHER,M.; MOREIRA, M.A.M.; OLÍCIO, R.; SEUÁNEZ, H.N. Técnicas de avaliação da diversidade genética. p.268-294. In: I. Gray e B. Dias (orgs.) Conservação da biodiversidade em ecossistemas tropicais: avanços conceituais e revisão de novas metodologias de avaliação e monitoramento. Petrópolis: Ed. Vozes, 2001.

AMORIM, D.S. Fundamentos de Sistemática Filogenética. Ribeirão Preto: Holos, 2011.

AVISE, J.C. Phylogeography: The history and formation of species. Cambridge: Harvard University press, 2000.

BEGOSSI, A. 1993. Ecologia Humana: Um Enfoque Das Relações Homem-Ambiente. Interciencia 18(1): 121-132.

BLEIDORN, C. Phylogenomics: An Introduction. Cham: Springer, 2017.

BOCK, W.J. The synthetic explanation of macroevolutionary change —a reductionistic approach. In: J.H. Schwartz and H.B. Rollins (eds.), Models and Methodologies in Evolutionary Theory. Bull. Carnegie Mus. Nat. Hist. 13: 20-69, 1979.

BOWLER, P. Evolution: the history of an idea. 2. ed. Berkeley: University of California, 1989.

BUNGE, M. La Investigación Científica. 2ª. ed. Barcelona: Ariel, 1985.

CAPLAN, A. The nature of darwinian explanation: is darwinian evolutionary theory scientific? pp. 24-39. In: Godfrey, L.R. What Darwin began. Boston: Allyn & Bacon, 1987.

CARROLL, S.B. Endless Forms Most Beautiful. London: Quercus Publishing, 2011

CARROLL, S.B. The making of the fittest: DNA and the ultimate forensic record of Evolution. New York: W.W. Norton and Co., 2006.

CHALMERS, A. O que é Ciência afinal? São Paulo: Editora Brasiliense, 1993.

COYNE, J.E. Por que Evolução é uma verdade. São Paulo: JSN Editores, 2014.

COYNE, J.E; ORR,H.A. Speciation. Sunderland, MA: Sinauer, 2004.

CROIZAT, L. Space, time and form: the biological synthesis. [Publicado pelo autor] Caracas, 1964.

D’ONOFRIO, S. Metodologia do Trabalho Intelectual. São Paulo: Editora Atlas, 1999.

DARWIN, C. R. Origem das Espécies. Belo Horizonte: Itatiaia. [1859] 2002.

DAWKINS, R. O gene egoísta. Trad. Fernanda Ravagnani. São Paulo: Companhia das Letras, 1976.

DAWKINS, R. O relojoeiro cego: A teoria da evolução contra o desígnio divino. São Paulo: Companhia das Letras, 2001.

DAWKINS, R. Deus, um delírio. São Paulo: Companhia das Letras, 2007.

DENNET, D.C. Darwin’s dangerous Idea: evolution and the meaning of life. New York: Simon & Schuster, 1995.

DOBZHANSKY, T. Nothing in biology makes sense except in the light of evolution. The American Biology Teacher, 35: 125-129, 1973.

DOLITTLE, W.F. Phylogenetic classification and the universal tree. Science, 284:2124-2128, 1999.

DONOGHUE, P.C.J.; BENTON, M.J. Rocks and clocks: calibrating the Tree of Life using fossils and molecules. Trends in Ecology and Evolution, 22(8): 424-431, 2007.

EISELEY, L. Darwin’s century: evolution and the men who discovered it. New York: Doubleday, 1958.

ELDREDGE, N. Macroevolución. Mundo Científico, 2(16): 792-803, 1983.

ELDREDGE, N. Unfinished Synthesis: Biological hierarchies and modern evolutionary thought. New York: Oxford University Press, 1985.

ELDREDGE, N. Macroevolutionary Dynamics: Species, Niches and Adaptive Peaks. New York: McGraw-Hill, 1989.

ELDREDGE, N. Reinventing Darwin: The great evolutionary debate. London: Orion Books, 1995.

ELDREDGE, N. O Triunfo da Evolução. Ribeirão Preto: FUNPEC, 2010.

ENDLER, J.A. Geographic variation, speciation, and clines. Princeton, NJ: Princeton University Press, 1977.

ENDLER, J.A. Natural selection in the wild. Princeton, NJ: Princeton University Press, 1986.

FERRAGUTI, M.; C. CASTELLACCI. Evoluzione: Modelli e Processi. Milão: Pearson Italia, 2011

FIGUEIREDO, F.J.; OLIVEIRA, L.A. Filosofia da Ciência e Evolução: Parte 1. Sustinere (in press).

FIGUEIREDO, F.J.; OLIVEIRA, L.A. Filosofia da Ciência e Evolução: Parte 2. Sustinere (in press).

FOREY, P. (Ed.) The Evolving Biosphere: Chance, change and challenge. London: BMNH-Cambridge University Press, 1981.

FUTUYMA, D.J. Biologia Evolutiva. Ribeirão Preto: SBG, 1993.

FUTUYMA, D.J. Science on Trial: the case for evolution. Sunderland, MA: Sinauer, 1995.

GEWANDSZNAJDER, F. O que é o método científico. São Paulo: Pioneira, 1989.

GEWANDSZNAJDER, F. O método nas ciências naturais. São Paulo, 2010.

GOULD, S.J. Ontogeny and Phylogeny. Cambridge: Belcknap Harvard, 1977.

GOULD, S.J. The Structure of Evolutionary Theory. Cambridge: Belkenap Press, 2002.

GOULD, S.J.; LEWONTIN, R. The spandrels of San Marco and the Panglossian paradigm: a critique of the adaptationist program. Proc. R. Soc. London Ser.B, 205: 581-598, 1979.

HARVEY, P.H.; PAGEL, M.D. The comparative method in evolutionary biology. Oxford; Oxford university Press, 1993.

HAWKING, S; MLODINOW, L. O Grande Projeto: Novas Respostas para as Questões Definitivas da Vida. Rio de Janeiro: Editora Nova Fronteira, 2011.

HEAMS, T.; HUNEMAN, P.; LECOINTRE, G.; SILBERSTEIN, M. Handbook of Evolutionary

Thinking in the Sciences. Dordrecht: Springer, 2015.

HENNIG, W. Elementos de Sistemática Filogenética. Buenos Aires; EDUEBA, 1968.

HULL, D. Filosofia da Ciência Biológica. Rio de Janeiro: Zahar Editores, 1974.

HULL, D. Science as a Process: An Evolutionary Account of the Social and Conceptual Development of Science. Chicago and London: The University of Chicago press, 1987.

HULL, D.; RUSE, M. (eds.). The Philosophy of Biology. Oxford and New York: Oxford University Press, 1998.

JABLONKA, E.; M.J. LAMB. Evolução em quarto dimensões: DNA, comportamento e a história da vida. São Paulo: Companhia das Letras, 2010.

JEFFREYS, A.J.; MORTON, D.B. DNA fingerprints of dogs and cats. Animal. Gen., 18: 1-15.

LAKATOS, I. The Methodology of scientific research programmes. Philosophical Papers, vol. 1. J. Worrall e G. Currie (eds.). Cambridge: Cambridge University Press, 1978.

LAKATOS, I. Falsification and the Methodology of scientific. Research Programmes. p. 91-196. In: LAKATOS, I.; MUSGRAVE, A. (eds.) Criticism and the Growth of Knowledge. Cambridge: Cambridge University Press, 1987.

LANDIM, M.I.; MOREIRA, C.R. (eds.) Charles Darwin: Em um futuro não tão distante. São Paulo: Instituto Sangari, 2009.

LÁZARO, M. ¿Em qué nivel opera la selección natural? Discusiones em torno al problema de las unidades de selección. p.226-242. In: C. Altuna e M. Ubilla (eds.) El prisma de la Evolución: A 140 años de “El origen de las espécies”. Montevideo: DIRAC-Facultad de Ciencias, 2000.

LEWONTIN, R. Adaptation. Sci. Am., 239: 156-69, 1979.

LEWONTIN, R. A tripla hélice: gene, organismo e ambiente. São Paulo: Companhia das Letras, 2002.

LEWONTIN, R. C. The units of selection. Annu. Rev. Ecol. Syst., 1:1-18, 1970.

MACBETH, N. Darwin retried: an appeal to reason. Boston, Gambit Incorporated, 1971.

MAGEE, B. As Ideias de Popper. São Paulo: Cultrix, 1974.

MAGEE, B. The Story of Philosophy. New York, Dorling Kindersley, 1998.

MARTINEZ, S.; BARAHONA,A.(eds.) Historia y explicación en biologia. Mexico: UNAM-Fondo de Cultura econõmico, 1998.

MATILE, L.; TASSY, P.; GOUJET, D. Introduction a la Systematique Zoologique. Paris: Societé française de Systématique, 1991.

MAYNARD SMITH, J.; SZATHMÁRY, E. The major transitions in Evolution. Oxford; Oxford University Press, 1997.

MAYNARD SMITH, J.; SZATHMÁRY, E. As Origens da Vida: Do nascimento da vida às origens da linguagem. Lisboa: Gradiva, 2007.

MAYR, E. Populations, species and Evolution. Cambridge: Harvard University Press, 1970.

MAYR, E. Systematics and the Origin of Species. New York: Columbia University Press, [1942] 1982.

MAYR, E. O desenvolvimento do pensamento biológico. Brasília: Editora Unb, 1998.

MAYR, E. What Evolution is. New York: Basic Books, 2001.

MAYR, E. Biologia, ciência única. São Paulo: Companhia das Letras, 2005.

MAYR, E. Uma ampla discussão: Charles Darwin e a gênese do moderno pensamento evolucionário. Ribeirão Preto: FUNPEC, 2006.

MAYR, E. Isto é biologia: a ciência do mundo vivo. São Paulo: Companhia das Letras, 2008.

MAYR, E.; PROVINE, W.B. The evolutionary synthesis: perspectives on the unification of biology. Cambridge: Harvard University Press, 1982.

MEYER, D.; EL-HAINI, C.N. Evolução: o sentido da biologia. São Paulo: UNESP, 2005.

MORRONE, J.J. Entre el escarnio y el encomio: Léon Croizat y la panbiogeografía. Interciencia 5: 41-47, 2000.

MORRONE, J.J. ¿Quién le teme al darwinismo? Ciencia: 78-88, 2003.

MORRONE, J.J. Evolutionary Biogeography: An integrative approach with case studies. New York: Columbia, 2009.

MULCAHY, D.G. 2008. Phylogeography and species boundaries of the western North American Nightsnake (Hypsiglena torquata): Revisiting the subspecies concept. Mol. Phylogen. and Evol. 46: 1095–1115, 2008.

MÜLLER, G.B. Eigenetic innovation. p.307-332. In: M. Pigliucci e G. Müller (eds.) Evolution: The extended synthesis. Cambridge: MIT Press, 2010.

NAS (National Academy of Sciences of the USA). Teaching about evolution and the nature of science. Washington, DC: National Academies press, 1998.

NEIVA, E. O Racionalismo Crítico de Popper. Rio de Janeiro: Livraria Francisco Alves, 1998.

NELSON, G.J. Outline of a theory of comparative biology. Syst. Zool., 19:373-384, 1970.

NELSON, G.J. Species and taxa: systematics and evolution. p. 60-81. In: Otte, D.; Endler, J.A. (eds.) Speciation and its consequences. Sunderland, MA: Sinauer, 1989.

NELSON, G.J.; LADIGES, P. 2009. Biogeography and the molecular dating game: a futile revival of fenetics? Bull. Soc. Geol. Fr., 180(1): 39-43.

NELSON, G.J.; PLATNICK, N. Systematics and Biogeography: Cladistics and Vicariance. New York: Columbia, 1981.

ODLING-SMEE, J. Niche inheritance. p.175-208. In: M. Pigliucci e G. Müller (eds.) Evolution: The extended synthesis. Cambridge: MIT Press, 2010.

OLIVEIRA, C. Marcadores genéticos. Bol. SBI, Rio de Janeiro, 100: 23-29, 2010.

OLSON, E.C.; C.F. BRUNK. The evolutionary synthesis today: an essay on paleontology and molecular biology. Contributions to Geology, Special Paper 3: 351-361, 1986.

OTTE, D.; ENDLER, J.A. (eds.) Speciation and its consequences. Sunderland, MA: Sinauer, 1989.

PAGE, R.D.M.; HOLMES, E.C. Molecular Evolution: A phylogenetic approach. Oxford: Blackwell Science, 1998.

PATTERSON, C. Evolution. New York: Cornell University Press, 1978.

PETERS, E.K. No Stone Unturned: Reasoning about Rocks and Fossils. New York: W.H. Freeman, 1996.

PETERS, R. A Critique for Ecology. Cambridge: Cambridge University Press, 1989.

PIGLIUCCI, M. Do we need and extended evolutionary synthesis? Evolution 61: 2743-2749, 2007.

PIGLIUCCI, M. Phenotypic plasticity. p.355-378. In: M. Pigliucci e G. Müller (eds.) Evolution: The extended synthesis. Cambridge: MIT Press, 2010.

PIGLIUCCI, M. Nonsense on stilts: how to tell science from bunk. Chicago: Chicago University press, 2013.

PIGLIUCCI, M.; M. BOUDRY (eds.) Philosophy of Pseudoscience. Chicago: Chicago University Press, 2013.

PIGLIUCCI, M.; MÜLLER,G.B. (eds.) Evolution: The extended synthesis. Cambridge; MIT Press, 2010.

POPPER, K. Conjecturas e refutações. Brasília: UnB, 1972.

QUEIROZ, K. 2007. Species concepts and species delimitation. Syst. Biol., 56(6): 879-886.

QUEIROZ, K. & M. DONOGHUE. Phylogenetic systematics and species revisited. Cladistics 6: 83-90, 1990.

RAF, R.A. Ribosomal RNA sequences and the early history of the Metazoa. p.63-74. In: B. Runnegar e J.W. Schopf (orgs.) Molecular Evolution and the Fossil Record. Denver: The Paleontological Society, 1988.

RIDLEY, M. Evolution and Classification: The Reformation of Cladism. New York: Longman, 1986.

RIDLEY, M. La evolución y sus problemas. Madrid: Ediciónes Pirámide, 1987.

RIDLEY, M. Evolução. Porto Alegre: Artemed, 2006.

RIEPPEL, O.C. Fundamentals of Comparative Biology. Basel: Birkhauser Verlag, 1988.

ROSEN, D.E. Fishes from the uplands and intermontane basins of Guatemala: revisionary studies and comparative geography. Bull. Am. Mus. Nat. Hist., 162: 267-376, 1979.

ROSENBERG, A.; McSHEA, D. Philosophy of Biology: A Contemporary Introduction. New York and London: Routledge, 2008.

RUIZ, R.; AYALA, F. J. El Método en las Ciencias: Epistemologia y Darwinismo. México: Fondo de Cultura Económica, 2000.

RUSE, M. Darwin defended: A guide to the evolution controversies. Menlo Park, CA: The Benjamin/Cummings Publs. Co., 1982.

RUSE, M. La Revolución Darwinista. Madrid: Alianza editorial, 1979.

RUSE, M. Levando Darwin a sério. Belo Horizonte: Itatiaia, 1995.

SHEPPARD, P.M. Natural selection and heredity. London: Hutchinson and Co., 1975.

SHERMER, M. Why Darwin Matters. The Case against Intelligent Design. New York: Henry Holt, 2006.

SHERMER, M. Por que as pessoas acreditam em coisas estranhas? São Paulo: JSN, 2011.

SIMPSON, G.G. Tempo and Mode in Evolution. New York: Columbia University Press, 1944.

SIMPSON, G.G. The major features of Evolution. New York: Columbia University Press, 1953.

SIMPSON, G.G. The geography of evolution. New York: Chilton Co., 1965.

SIMPSON,G.G. Princípios de Taxonomia Animal. Lisboa: Fund.Calouste Gulbenkian, 1971.

SMITH, A.B. Systematics and the fossil record: documenting evolutionary patterns. Oxford: Blackwell, 1994.

SMITH, C.; SULLIVAN, C. I falsi miti dell’evoluzione. Trad. Laura Appiani. Bari: Edizione Dedalo, 2008.

SMITH, P.J. Ceticismo. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor, 2004.

SOBER, E. The nature of selection: evolutionary theory in philosophical focus. Cambridge: MIT Press, 1984.

SOBER, E. Philosophy of Biology. Boulder, CO: Westview Press, 1993.

SOBER, E. Evidence and Evolution: The Logic behind the Science. Cambridge: Cambridge University Press, 2008.

SOBER, E. Did Darwin write the Origin backwards? Philosophical Essays on Darwin’s Theory. Amherst and New York: Prometheus Books, 2011.

STANLEY, S.M. Macroevolution: Pattern and Process. San Francisco: Freeman and Co., 1979.

STEBBINS, G.L. Processos de evolução orgânica. São Paulo: EDUSP, 1974.

STERELNY, K.; GRIFFITHS, P. Sex and Death: Na Introduction to Philosophy of Biology. Chicago and London: The University of Chicago Press, 1999.

SYKES, B. As sete filhas de Eva. São Paulo: Record, 2003.

TASSY, P. L’ árbre à remonter le temps: les recontres de la systématique et de l’évolution. [s.l.], Christian Bourgois Éditeur, 1991.

TATTERSALL, I. Masters of the Planet: The Search for Our Human Origins. New York: Palgrave Macmillan Trade, 2013.

UBILLA, M. Darwin y la distribución geográfica de los organismos. p. 99-111. In: C. Altuna e M. Ubilla (eds.) El prisma de la Evolución: A 140 años de “El origen de las espécies”. Montevideo: DIRAC-Facultad de Ciencias, 2000.

WADDINGTON, C.H. The strategy of the genes. London: Allen & Unwin, 1957.

WAGNER, G.P.; DRAGHI, J. Evolution of evolvability. p. 379-399. In: M. Pigliucci e G. Müller (eds.) Evolution: The extended synthesis. Cambridge: MIT Press, 2010.

WARD, P. O Fim da Evolução: extinções em massa e preservação da biodiversidade. Rio de Janeiro: Editora Campus, 1997.

WARD, P. Out of thin air: dinosaurs, birds, and earth’s ancient atmosphere. Washington, Joseph Henry Press, 2006.

WATSON, J.D. The double helix. New York; Antheneum, 1968.

WATSON, J.D.; CRICK,F.H.C. A structure for deoxyribose nucleic acid. Nature, 171: 737-738, 1953.

WHELLER, W. Systematics: A Course of Lectures. Chichester: Wiley-Blackwell, 2012.

WHITE, M.J.D. Modes of speciation. San Francisco: W.H. Freeman Co., 1978.

WOESE, C. The universal ancestor. Proc. Nat. Acad. Sci., 95(12): 6854-6859, 1998.

WILEY, E.O. Phylogenetics: the Theory and practice of phylogenetic systematics. New York: J. Wiley and Sons, 1981.

WILEY, E.O. Is the evolutionary species fiction? A consideration of classes, individuals and historical entities. Syst. Zool. 29: 76-80, 1980.

WILEY,E.O.; LIEBERMAN, B.S. Phylogenetics; Theory and practice of phylogenetic systematics. New York: J. Wiley, 2011.

WILLIAMS, G.C. Adaptation and Natural Selection. Princeton: Princeton University Press, 1966.




DOI: https://doi.org/10.12957/sustinere.2020.50943

Apontamentos

  • Não há apontamentos.


   Resultado de imagem para blogger icon   

 

Licença Creative Commons
Esta obra está licenciada com uma Licença Creative Commons Atribuição 4.0 Internacional.

 

ISSN 2359-0424

A Revista SUSTINERE está indexada/cadastrada em: