Aderência de modelos para análise da estrutura diamétrica de ecossistema tropical

André Luiz Nascimento Parcial, Elizabeth dos Santos Rios, Thamires Henrique Teles da Silva, Josimar Ribeiro de Almeida

Resumo


DOI: 10.12957/sustinere.2014.11804

Para comprovar a validade da expressão da dominância em função da área basal, conforme sugerido por Cain et al. (1956), foram testados seis modelos matemáticos. Os modelos testados foram os seguintes: Dcp = a + b (d1,3) + c (1/ d1,3); Dcp = a + b (d1,3) + c (d1,3)2; Dcp = a + b (d1,3); Dcp = a + b (1/ d1,3); Dcp = a + b (d1,3)2; e Dcp = a + b(log d1,3); onde: Dcp = diâmetro da copa; d1,3 = diâmetro a 1,30 m do solo, ou diâmetro à altura do peito (DAP); e a.b.c = coeficientes da equação de regressão. Comprovada a relação Dcp / d1,3, calculou-se a área basal (G), que é a somatória das secções transversais (g) dos fustes de cada árvore de uma espécie, expressa por unidade de área, neste caso o hectare.

Existe forte correlação entre o diâmetro das copas (Dcp) e o DAP na floresta estudada. Dos 5 modelos testados, somente dois, DcP = a + b (1/ d1,3) e Dcp = a + b (Iog d1,3), não apresentam bom grau de ajuste, não devendo ser utilizados nesse tipo de floresta. Os valores de r² acima de 0,70 indicam que é possível utilizar-se o DAP e portanto a área basal para expressar a dominância, principalmente considerando que a relação diâmetro da copa/DAP é muito específica.


Palavras-chave


Modelos matemáticos, Estrutura diamétrica e Ecossistema tropical.

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DOI: https://doi.org/10.12957/sustinere.2014.11804

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ISSN 2359-0424

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