AS LINGUAGENS DA ARTE: SUA INTERSUBJETIVIDADE VIA EDUCAÇÃO ESTÉTICA E FORMAÇÃO DOCENTE

Edilane Silva, Tabatta Andrade, Graciele Andrade Rangel

Resumo


A arte se apresenta de diferentes formas e é disseminada de maneiras diversas. No entanto, dificilmente encontramos nas instituições escolares – seja nas Formações Iniciais, Universitárias ou Continuadas – esse campo sendo apresentado sob o viés da Educação Estética sem que o mote seja a percepção do belo ou a forma como essa arte se apresenta. Pretendemos aqui pesquisar como esse conceito foi se constituindo, o que nos dará subsídios para a construção do nosso conceito de Educação Estética, fundamentando-o em nossas pesquisas futuras, uma vez que, consideramos a construção do conhecimento como uma relação intrínseca entre o conhecimento sensível e o inteligível, pautando-nos, assim, nos estudos de Duarte Jr. Estamos iniciando nossos estudos neste campo por intermédio do Grupo de Pesquisa Práticas Educativas e Formação de Professores (GPPF) e temos como foco o mapeamento das publicações da Revista Brasileira de Educação no período de 2008 a 2014, com o intuito de analisar como foi se construindo o citado conceito, entendendo de que modo vem sendo disseminado como instrumento de formação dos sujeitos imersos nos processos educativos e como tem realmente contribuído para a prática docente.

 

 


Palavras-chave


Pesquisa; Educação Estética; Formação.

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DOI: https://doi.org/10.12957/riae.2015.23787

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e-ISSN: 2359-6856

 


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