A velhice no Estatuto do Idoso
DOI:
https://doi.org/10.12957/epp.2010.8969Palavras-chave:
Estatuto do idoso, Velhice, Terceira idade, SentidosResumo
O Estatuto do Idoso, criado como decreto-lei a partir de disposições sobre o idoso contidas na Constituição de 1988, assume um papel fundamental na maneira como a velhice é vista e tratada na sociedade brasileira. Este artigo, resultado de uma pesquisa realizada pelos próprios pesquisadores, teve como objetivo analisar o conteúdo do Estatuto, procurando identificar imagens e sentidos básicos atribuídos à velhice, com os quais se constrói a figura do idoso, como uma figura diferenciada, e se definem práticas, especialidades, espaços próprios, e tecnologias de gestão do envelhecimento. Foi possível apreender no Estatuto a tentativa de diferenciar os idosos como cidadãos de direitos, marcados por características próprias que demandam proteções, serviços e benefícios especiais. No entanto, um exame crítico das preocupações, amparos e proteções estatutárias permite entender que o idoso acaba sendo construído como um ser frágil, limitado, impotente e incapaz de assumir a gestão da própria vida.Downloads
Publicado
Como Citar
Edição
Seção
Licença
DIREITOS AUTORAIS:
Os trabalhos publicados no espaço virtual da revista Estudos e Pesquisas em Psicologia serão automaticamente cedidos, ficando os seus direitos autorais reservados à revista Estudos e Pesquisas em Psicologia e a sua reprodução total ou parcial (mais de 500 palavras do texto original) deve ser solicitada por escrito ao Editor.
A Revista Estudos e Pesquisas em Psicologia é licenciada sob uma Licença Creative Commons Atribuição-NãoComercial 3.0 Não Adaptada.
Permissões além do escopo dessa licença podem estar disponível em http://www.e-publicacoes.uerj.br/index.php/revispsi/.