Angústia de castração e objeto: limites do processo analítico

Jorge Luís Gonçalves dos Santos, Fernanda Costa-Moura

Resumo


O artigo circunscreve a posição de Lacan diante do que Freud considerou o limite das análises dos neuróticos: o rochedo da castração. Examina as vertentes da angústia delimitadas por Freud nas chamadas neuroses de angústia, na relação estabelecida entre angústia e desejo recalcado e, por último, na inflexão formalizada pelo artigo Inibição, sintoma e angústia. A seguir, aponta como Lacan problematiza o vínculo deixado por Freud entre angústia e ameaça de castração. Ao conceber a angústia como o sinal de um objeto elidido do campo do sujeito, Lacan precisa o ponto a ser atravessado pelos neuróticos em análise.

Palavras-chave


Psicanálise; Angústia de castração; Objeto a; Neurose

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DOI: https://doi.org/10.12957/epp.2013.8599

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