Medicalização da queixa escolar e o uso de psicofármacos como resposta à questões comportamentais

Cristiane Moreira da Silva, Rafael Coelho Rodrigues, Letícia Nascimento Mello

Resumo


Este artigo apresenta os resultados de pesquisa documental realizada nos arquivos da Assessoria de Psicologia Escolar da Secretaria de Educação do Município de Petrópolis, com a finalidade de investigar o uso de psicofármacos em crianças com queixa escolar. Do total de crianças atendidas, um percentual elevado fazia uso de psicofármacos como resposta aos comportamentos considerados problemáticos pelas escolas. Sendo assim, a pesquisa realizou um levantamento que tornou possível identificar e rastrear a presença de diagnósticos e uso indeterminado de psicofármacos em crianças em decorrência de queixas comportamentais, com o intuito de investigar a possível apropriação das instituições escolares dos discursos medicalizantes e, consequentemente, os diagnósticos e terapêuticas biomédicas para questões escolares.

Palavras-chave


queixa escolar; medicalização; escola

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DOI: https://doi.org/10.12957/epp.2018.40446

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