Hipercidades, consumo e habitação: da necessidade de habitar ao desejo de morar

Jorge Coelho Soares, Gisela Verri de Santana

Resumo


Neste artigo, a cidade, em um contexto hipermoderno, é vista como principal ator social. O processo de urbanização e a questão do consumo estarão em foco, sobretudo no que se refere ao mercado e a indústria imobiliária, enquanto parte do sistema capitalista. A competitividade entre empresas do setor está presente na busca por novos nichos de mercado e na crescente concorrência entre grandes e pequenas empresas de incorporação, que disputam lugares, regiões e “conceitos” de novos tipos, modos e estilos de morar, refletidos nas propagandas. Na outra ponta desta relação, o consumidor como sujeito urbano, inserido em um universo fragmentado que, no caso do Brasil, devido a um conjunto de fatores, tem a moradia como sonho, ideal e meta de vida, como um símbolo de seu sucesso e distinção social, que se expressa através da localização da habitação e do estilo de morar.

Palavras-chave


Hipercidades; Consumo; Habitação; Mercado Imobiliário

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