TRABALHANDO QUESTÕES DE GÊNEROS: Criando e recriando currículos para a valorização do feminino

Denize Sepulveda, José Antonio Sepulveda

Resumo


A intenção deste artigo é discutir e apresentar uma proposta pedagógica que se orienta contra o machismo e a misoginia. Para isso, desenvolve-se uma argumentação que destaca o caráter conservador da atual sociedade brasileira, o qual se encontra em um processo de ascensão, tendo contribuído com a vitória do candidato da extrema direita na eleição presidencial do país em 2018. A postura conservadora do presidente pode ser observada neste trabalho a partir de exemplificações marcadas por afirmações machistas e misóginas proferidas por ele. Para discutir conservadorismo, utilizou-se como referência Mannheim (1959), Löwy (2000) e Netto (2011). Assim, optou-se por utilizar a metodologia nos/dos/com os cotidianos. O texto foi construído tendo como referência a aposta de Pascal, desenvolvida por Santos (2010), que entende que é possível se apostar na construção de um mundo melhor. Na elaboração de tal argumentação foi apresentado o quadro atual da violência contra mulher. Desse modo, justifica-se a importância de se ter uma proposta pedagógica embasada em um currículo não machista, apresentado no final do texto, permitindo ainda acreditar que é possível se construir um mundo melhor.


Palavras-chave


machismo; conservadorismo; feminismo

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DOI: https://doi.org/10.12957/periferia.2019.42273

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Revista Periferia, uma publicação eletrônica do Programa de Pós-Graduação em Educação, Cultura e Comunicação em Periferias Urbanas – PPGECC/UERJ - ISSN: 1984-9540