Desmarginalizando o pensamento feminista negro: possibilidades para uma educação emancipadora

Mariana Alves de Sousa

Resumo


Este artigo visa apresentar uma discussão sobre como a construção do sujeito universal e a colonialidade dos saberes marginaliza o pensamento de intelectuais negras e elas próprias e, em um processo dialético, mobiliza expressões criativas que elaboram e afirmam o potencial teórico e político de suas produções. Por meio de uma pesquisa bibliográfica, foram elencados referenciais teóricos que versam sobre a realidade social das mulheres negras, considerando seus aspectos materiais e históricos que permitem desvelar os efeitos que a interação entre duas ou mais formas de opressões podem produzir em determinados contextos. Deste modo, objetivamos enunciar possibilidades para que os paradigmas produzidos por intelectuais negras tenham suas potencialidades reconhecidas no campo da Educação, tendo em vista que registrar suas contribuições implica questionamentos de paradigmas hegemônicos e corrobora o processo de construção de uma educação emancipadora.


Palavras-chave


feminismo negro; educação; diversidade

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DOI: https://doi.org/10.12957/intellectus.2022.65877

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