O jovem e o novo em Glauber Rocha e Gustavo Dahl: intervenções críticas (1960-1964)

Thiago Turibio

Resumo


O objetivo central do artigo é analisar como Glauber Rocha e Gustavo Dahl mobilizaram através da imprensa a típica disposição de vanguarda em favor do novo e da juventude com o fim de afirmar a sua geração no campo cinematográfico brasileiro entre os anos de 1960 e 1964. Para tanto, foram considerados textos publicados na imprensa da época. Argumentamos que o agenciamento da ideia de novo e de juventude foi determinado por aspectos conjunturais que remontam à crise da Vera Cruz e ao horizonte de expectativas revolucionárias aberto em inícios de 1960. Em termos teóricos, mobilizamos o conceito de campo tal como o pensou Pierre Bourdieu e o conceito de estrutura de sentimento de Raymond Williams.


Palavras-chave


Glauber Rocha; Gustavo Dahl; cinema novo; crítica de cinema; vanguarda.

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DOI: https://doi.org/10.12957/intellectus.2022.65506

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