A presença do cotidiano durante a ditadura civil-militar argentina (1976-1983): a perspectiva infantil no filme Kamchatka (2002)

Ygor Pires Monteiro

Resumo


O artigo analisa o filme argentino Kamchatka (2002) a partir de um diálogo com o trabalho “O mito da sociedade como vítima: sociedades pós-ditatoriais em face de seu passado na Europa e na América Latina” de Bruno Groppo. No enredo do filme, o protagonista é um menino de 10 anos, cuja vida é alterada poucos dias após o golpe de Estado de 1976 na Argentina por conta da militância política dos pais. Como a obra se debruça sobre o cotidiano da personagem principal, é possível pensar como o cinema contribui para repensar memórias dicotômicas construídas em torno dos comportamentos sociais durante a ditadura civil-militar, nomeadas por Groppo como o “mito da sociedade resistente” e o “mito da sociedade vítima inocente”.


Palavras-chave


Cinema; Filmes de temática histórica; Ditadura civil-militar argentina

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DOI: https://doi.org/10.12957/intellectus.2021.61695

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