O pensamento decolonial no horizonte de combate à violência epistemológica e/ou o epistemicídio no ensino de História

Elison Antonio Paim, Helena Maria Marques Araújo

Resumo


Este artigo se baseia em pesquisas frutos de experiências de mais de trinta anos de magistério na Educação Básica e formação de professores nos convidando a posicionamentos frente ao currículo de ensino de História escolar, das licenciaturas e pós-graduações. Identificamos desafios como o eurocentrismo do conhecimento e  currículos e a violência epistemológica e/ ou epistemicídio sofrido por grupos subalternizados que atingem especialmente as Ciências Humanas. Desenhamos uma cartografia de matriz curricular decolonial e intercultural crítica apontando através de brechas decoloniais (WALSH, 2016) a possibilidade de busca por maior justiça social e epistemológica nos livros didáticos e aulas de História, assim como em nossa Aby Ayalla. Em expedições acadêmicas trilhamos um caminho teórico-metodológico que possibilite um enfrentamento mais eficaz contra tais opressões e silenciamentos construindo memórias e histórias insurgentes.


Palavras-chave


Ensino de História; decolonialidades; violência epistemológica

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DOI: https://doi.org/10.12957/intellectus.2021.60983

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