ARQUITETURA ESCOLAR: UM OLHAR PARA OS LABORATÓRIOS DE CIÊNCIAS

Greyze Maria Palaoro Deitos, Vilmar Malacarne

Resumo


A arquitetura escolar possui um histórico que não demonstra transformações significativas no que diz respeito às condições físicas e se perpetua ao demonstrar um caráter marcantemente formal e estabelecer rigidez, com pouco dinamismo para a utilização de seus espaços. Em meio a esta questão, este artigo busca responder à pergunta sobre quais as condições arquitetônicas os laboratórios de Ciências, nos anos iniciais das escolas públicas do município de Cascavel, PR se encontram. A escolha pelo laboratório escolar justifica-se pela relevância das experimentações no Ensino de Ciências. Este estudo percorreu os caminhos da pesquisa bibliográfica, documental e de campo a fim de trazer contribuições significativas a respeito do tema levantado. A partir dos dados da pesquisa, constatou-se que das 51 escolas públicas de Ensino Fundamental I, apenas 8 delas possuem laboratório de Ciências, dentre as quais 5 foram visitadas. A pesquisa indica que a arquitetura escolar precisa se abrir aos programas pedagógicos escolares a fim de proporcionar ambientes condizentes com tais propostas, tornando o espaço escolar um ambiente possibilitador de descobertas e construção do saber.


Palavras-chave


Laboratório de Ciências, Arquitetura Escolar, Ensino de Ciências, Experimentação.

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DOI: https://doi.org/10.12957/e-mosaicos.2020.45711


ISSN: 2316-9303 | Indexada em: