CONVERSA COM A EDUCADORA MATEMÁTICA BEATRIZ D’AMBROSIO: UMA CONSTRUTIVISTA RADICAL

Gabriela Félix Brião

Resumo


DOI: http://dx.doi.org/10.12957/e-mosaicos.2015.17112

Em 2013, quando a professora Beatriz D’Ambrosio realizou um semestre sabático, visitando a UNESP/Rio Claro e ministrou um curso intitulado ”Clássicos da Pesquisa na Educação Matemática Norte Americana”, eu estava presente em suas aulas assistindo como aluna ouvinte. Nesse momento conheci um pouco melhor a Bia – como gosta de ser chamada –, e suas ideias me fizeram perceber que estava no caminho certo quanto a minha escolha em fazer um doutorado em Educação Matemática. Foi então que a convidei para fazer uma entrevista para publicar na e-Mosaicos, pois queria que suas ideias fossem divulgadas na UERJ, uma das maiores universidades brasileiras e reconhecida por sua formação de professores, que se utiliza do CAp-UERJ como campo de estágio, pesquisa e extensão. Ela prontamente aceitou, mas por conta da falta de tempo, só conseguimos tocar esse projeto durante o XIV CIAEM (Congresso Interamericano de Educação Matemática), ocorrido no início de maio de 2015 na cidade de Tuxtla Gutierrez no México.

A professora Beatriz já trabalha nos Estados Unidos há mais de vinte anos. Hoje é professora titular do departamento de Matemática da Miami University, na cidade de Oxford, em Ohio. É reconhecida por seus trabalhos em Educação Matemática, focados principalmente na formação do professor-pesquisador da matemática viável de seu aluno.

Atualmente, a professora Beatriz, em conjunto com a profa. Dra. Celi Espasandin Lopes, está introduzindo um conceito novo na área de formação de professores no Brasil, a insubordinação criativa. Este tema está sendo discutido em uma série de livros organizados pelas duas professoras e que já conta com três volumes publicados pela Mercado de Letras.

A entrevista foi realizada a várias mãos pela linha de Matemática Lúdica do grupo de pesquisa GEMat-UERJ. Cada integrante do grupo teve a sua participação, seja na confecção das perguntas, na transcrição da entrevista ou na correção do texto. Gostaria de agradecer especialmente a Daniela Mendes Vieira da Silva, Flávia Streva Nunes, Shirlei Barros, Bruno Gonçalo Penedo Souza, Darling Domingos Arquieres e Carolina Azevedo França do Nascimento, por suas contribuições.

Texto completo:

PDF


DOI: https://doi.org/10.12957/e-mosaicos.2015.17112



ISSN: 2316-9303 | Indexada em: