INFÂNCIA DIASPÓRICA - CAMINHOS (RE)INVENTADOS PELA POESIA BALDIO, DE RUI KNOPFLI E PELO CONTO O BARRIGUDO, DE HÉLDER MUTEIA

Edimilson Moreira Rodrigues, Paulo Henrique Carvalho dos Santos

Resumo


Objetivamos traçar uma viagem-experiência da infância diaspórica através do conto O Barrigudo, de Muteia, na companhia da poesia africana de expressão portuguesa, Baldio, onde o poeta Rui Knopfli, “em seu estado primeiro e embrionário de ser, infantil e poético, mágico e mítico”, nos guia sobre o eixo referencial da memória como percurso da história social e literária africana, no tempo-ritmo da infância, qual pátria imaginária. Nesta mobilidade cultural e literária, usamos alguns excertos de Virgílio de Lemos, como líquido revigorante dessa incursão mnemônica e, sempre que possível, em diálogo com outros meninos dos poetas da literatura infantil brasileira. Descobrir o sentido do conto e do poema, proporcionou-nos destruí-los em suas partes avassaladoras, neutralizando sentidos, imagens, metáforas e metonímias, em proveito da excepcionalidade criadora de Knopfli e Muteia que se traduzem nos poetas-cronista africanos, isto sem olvidar a contribuições de Virgílio de Lemos.

Palavras-chave


Infância. O Barrigudo. Baldio. Diáspora africana.

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DOI: https://doi.org/10.12957/seminal.2022.59542

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ISSN: 1414-4298 | e-ISSN: 1806-9142

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