ECOS DA BREVIDADE - A FORMA DO CONTO E O QUE MUITO NOS DIZ: SILENCIAMENTO E VIOLÊNCIA NA NARRATIVA “IRMAN” (2009), DE SAMANTA SCHWEBLIN

Carolina Rodrigues Guimarães, Brenno Fernandes Soares

Resumo


O objetivo desse trabalho é analisar a forma do conto breve na narrativa “Irman”, publicado na coletânea Pájaros en la boca (2009), de Samanta Schweblin, ao passo que propomos uma leitura crítica acerca dos aspectos sociais latentes na obra, como a banalização e silenciamento ante a morte do corpo feminino. Parte-se da hipótese de que as narrativas breves, apesar da curta extensão, apresentam muitas informações subjetivamente, possibilitando uma leitura plural do conto. A fim de analisar a forma do conto, apoia-se em teóricos e contistas que versam acerca da estrutura e elementos próprios da narrativa breve, tais como Edgar Alan Poe, Ricardo Piglia, Horacio Quiroga, Luzia de Maria. Esta pesquisa justifica-se pelo fato de que o conto moderno tem ganhado cada vez mais espaço na literatura e ao levantar temas sociais faz-se pertinente difundir tal gênero e a escrita feminina latino-americana, de modo que se faça conhecer cada vez mais.


Palavras-chave


Forma do conto; Samanta Schweblin; Narrativas breves; Silenciamento.

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DOI: https://doi.org/10.12957/seminal.2021.58356

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ISSN: 1414-4298 | e-ISSN: 1806-9142

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