HARRY POTTER: A INTERTEXTUALIDADE ESTRANHAMENTE FAMILIAR

Nathan Rodrigues da Silveira Murizine Branco

Resumo


A antiguidade clássica tinha por ideal a beleza. O bem falar, o bem portar-se, bem como a boa habilidade em guerrear e até mesmo a bela morte refletiram  e ainda refletem nas obras de arte. Entretanto, alguns autores buscam prender a atenção do público com a estranheza. Harry Potter é por excelência uma obra estranha. Este estudo busca compreender o conceito do Estranho em Freud, Benjamin e Chklovski, observando sua presença em Harry Potter como recurso para prender a atenção do jovem leitor.


Palavras-chave


Harry Potter; Estranho; Beleza

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DOI: https://doi.org/10.12957/cadsem.2020.48011

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ISSN: 1414-4298 | e-ISSN: 1806-9142

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