ANCESTRALIDADE:RESISTÊNCIA CULTURAL EM UM RIO CHAMADO TEMPO, UMA CASA CHAMADA TERRA, DE MIA COUTO

Thiara Cruz de Oliveira, Jurema José de Oliveira

Resumo


Este artigo discute em Um rio chamado tempo, uma casa chamada terra (2003), do escritor Mia Couto, a ancestralidade como resistência na literatura, ao mesmo tempo em que questiona o processo de entrelugar do personagem Marianinho. Desse modo, dialogaremos a partir de apontamentos sobre cultura na perspectiva afrocentrada e pan-africanista, e com a tradição bantu que fundamentará a análise acerca da ancestralidade identificada na obra.


Palavras-chave


Literatura moçambicana; Mia Couto; Resistência ancestral; Ancestralidade.

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DOI: https://doi.org/10.12957/cadsem.2018.30989

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ISSN: 1414-4298 | e-ISSN: 1806-9142

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