EDUCAÇÃO ESPECIAL E OS JARDINS SENSORIAIS
Uma Experiência em Instituição de Ensino em Nova Friburgo/RJ
DOI:
https://doi.org/10.12957/aproximando.2025.95093Palavras-chave:
Educação ambiental, Educação inclusiva, Jardinagem, Atividades extensionsitas, Metodologias ativasResumo
Estudar ciências/biologia com atividades não formais, utilizando cores, criatividade e entrando em contato com a natureza e as diversas formas de vida é, sem dúvida, uma formação mais alegre e afetiva. Neste contexto, o objetivo desse trabalho é discutir a importância da realização de atividades de jardinagem como recurso pedagógico de educação ambiental no ensino especial. Para tal, foram desenvolvidas atividades de pesquisa-ação com 23 crianças e adolescentes na ONG APAE de Nova Friburgo, RJ. Buscando promover o bem-estar e o aprendizado significativo e afetivo, foram utilizadas metodologias ativas para realizar atividades de jardinagem, desenvolvendo-as com os participantes atuando como protagonistas de seu conhecimento. Foi trabalhado, através da jardinagem, o ensino prático e não formal, a sensibilização e adoção de áreas verdes, a terapia ocupacional, a interação social e as estimulações sensoriais, de forma compartilhada, obtendo excelentes resultados. A proposta pode contribuir para agenciar soluções importantes para as demandas socioambientais que vivemos e inspirar pesquisas a serem desenvolvidas em outros espaços.