“Capitalismo de plataforma” e o trabalho docente:
estudo de caso sobre professores de geografia cadastrados na plataforma Superprof.
DOI:
https://doi.org/10.12957/tamoios.2026.86125Resumo
O presente ensaio se origina das questões latentes do magistério na contemporaneidade no bojo das novas morfologias do trabalho, considerando a propagação do “apagão docente” e o processo de adulti-idosificação em relação ao perfil dos-das professores-as – assim como no mundo –, no mesmo instante que ascende o número de profissionais cadastrados no aplicativo Superprof e egressos que não adentram ao “chão da escola”. Diante disso, objetivamos expor uma forma da plataformização do trabalho para a relação ensino-aprendizagem e suas vicissitudes para os profissionais da educação em tempos de consolidação das novas formas do labor na totalidade societária capitalista. Trata-se de uma pesquisa básica, de cunho explicativo, que se ancora no exame bibliográfico-documental e na coleta e na análise dos dados da Plataforma Superprof. Como resultado identificamos breve perfil dos profissionais da educação para a relação plataformizada peer-to-peer, que se submetem à lógica deste paradigma no atual estágio das relações sociais de produção nos parâmetros da Gig economy.
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