Colonização e migrações em Rondônia:
reflexões a partir do estágio docência em geografia
DOI:
https://doi.org/10.12957/tamoios.2026.87653Resumen
A Região Norte apresentou, na década de 1970 e 1980, a maior taxa de crescimento populacional do país (5,02%). De acordo com Brasil (2010), o estado de Rondônia foi a Unidade Federativa que obteve o maior índice de crescimento (16,03%), constituindo-se na mais importante frente de expansão do povoamento do país, a colonização do estado de Rondônia evidencia a complexidade e dinamicidade dos eventos históricos que moldaram a região. Neste contexto, o artigo relata a experiência no estágio docente na disciplina de Colonização e Geografia de Rondônia na Universidade Federal de Rondônia (UNIR), no ano de 2024. O estágio docente é obrigatório para bolsistas na pós-graduação, portanto, a dinâmica inicial desenvolvida pela docente responsável pela disciplina, consistiu em perguntas sobre geografia e histórias pessoais e familiares dos acadêmicos, incentivando-os a reflexão sobre a colonização e os processos migratórios em Rondônia. Trata-se de um estudo descritivo, de abordagem qualitativa, do tipo relato de experiência. As pós-graduandas/estagiárias sistematizaram essa dinâmica por meio de um formulário digital (Google Forms), permitindo traçar o perfil dos alunos e suas trajetórias familiares no contexto migratório regional. A abordagem crítica e reflexiva visou conectar as experiências individuais dos discentes com a história regional, promovendo uma compreensão mais abrangente do processo de colonização e das transformações socioeconômicas de Rondônia. Os resultados revelaram que a maioria dos alunos tem origens familiares ligadas às migrações internas impulsionadas pelas políticas públicas das décadas de 1960 e 1970. O estudo destaca a importância dessa metodologia para o desenvolvimento da autonomia crítica dos alunos e a relevância do estágio docente na formação pedagógica das pós-graduandas.
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