Financiamiento colectivo Fintech en Chile
análisis comparado y protección algorítmica del inversor minorista
DOI:
https://doi.org/10.12957/publicum.2025.95920Λέξεις-κλειδιά:
Financiamiento colectivo, Fintech, Inversor no profesional, algoritmos IAΠερίληψη
El presente trabajo busca examinar críticamente la regulación del financiamiento colectivo Fintech ―crowdfunding― en Chile, particularmente en lo relativo a la Ley Nº 21.521 y la Norma de Carácter General Nº 502 de la Comisión para el Mercado Financiero. La pregunta que orienta esta investigación es si dichas normas presentan vacíos o deficiencias que exponen al inversionista minoritario a riesgos no cubiertos adecuadamente. La hipótesis que se plantea es que el marco regulatorio vigente, legal y reglamentario, resulta insuficiente o a lo menos ambiguo, lo que abre espacios a la discrecionalidad administrativa y con ella a la incerteza jurídica para los operadores en general y los inversionistas minoritarios en particular, lo que reduce el potencial de este mercado como fuente de financiamiento inclusivo seguro para las PyME. El objetivo del estudio, por tanto, es identificar dichas falencias regulatorias, evaluar su impacto en la tutela del inversionista y en el desarrollo del mercado, y contrastarlas con la experiencia del derecho comparado, con miras a proponer mejoras que, reforzadas con herramientas de IA y políticas públicas, permitan lograr un equilibrio más eficaz entre innovación, protección y desarrollo seguro del sistema financiero.
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