PRÁTICAS DE EDUCAÇÃO MUSEAL ONLINE FORJADAS NA/COM AS REDES SOCIAIS DIGITAIS DA SEÇÃO DE ASSISTÊNCIA AO ENSINO DO MUSEU NACIONAL (SAE/MN)
DOI:
https://doi.org/10.12957/periferia.2022.62237Keywords:
educação museal online, educação museal, cibercultura, pandemia COVID-19, formação de educadores museaisAbstract
O distanciamento físico e social gerada pela pandemia de COVID-19 causou o fechamento da maioria dos museus (94,7%). Estes voltaram sua atenção para as tecnologias digitais em rede (TDR) para manterem contato com seus públicos. A pandemia desvelou a difícil realidade enfrentada pelos profissionais da Educação Museal no Brasil e no resto do mundo, provocando debates locais e internacionais sobre profissionalização, demissões e formação. Diante da importância do campo e de seus profissionais para garantir o cumprimento da função social dos museus e dos desafios emergentes relacionados à formação dos educadores museais frente ao cenário sociotécnico contemporâneo, temos como objetivo narrar e discutir algumas práticas de Educação Museal Online (EMO) forjadas na/com as redes sociais da Seção de Assistência ao Ensino do Museu Nacional (SAE/MN) e seus praticantes seguidores desde 2018. As práticas narradas têm como intencionalidade central fomentar a participação ativa dos praticantes seguidores das/nas redes da SAE. A variedade de usos de diferentes linguagens, mídias e formatos característicos da cibercultura, evidenciou as potencialidades comunicacionais das tecnologias digitais em rede (TDR) como meio para acionar a participação ativa dos praticantes seguidores em ambiências conversacionais interativas que geraram o compartilhamento de emoções, a partilha e a produção coletiva e coautoral de ‘conhecimentossignificações’ em rede. As práticas de EMO aqui narradas e discutidas representam o alinhamento dos ‘fazeressaberes’ da Educação Museal ao contexto sociotécnico e comunicacional contemporâneo, isto é, à cibercultura.
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