Quando os nomes encontram os esquemas: uma conversa com Juliana Soledade

Auteurs-es

DOI :

https://doi.org/10.12957/palimpsesto.2026.101755

Mots-clés :

Antroponímia brasileira, Morfologia Construcional, Morfologia histórica.

Résumé

Para a entrevista da edição número 52, volume 25, do Dossiê de Língua, a Palimpsesto – revista do corpo discente do Programa de Pós-graduação em Letras da UERJ –  teve a oportunidade de conversar com a Professora Doutora Juliana Soledade, Professora Titular da Universidade Federal de Goiás (UFG). Juliana Soledade examina a antroponímia brasileira sob a perspectiva da Morfologia Construcional, com destaque para a produtividade dos esquemas biformativos e para a natureza multifacetada do significado dos nomes próprios. A entrevista articula morfologia histórica, cognição e práticas sociais de nomeação, discutindo também os limites representacionais do modelo diante da mudança linguística e da experiência social.

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Bibliographies de l'auteur-e

Juliana Soledade, Universidade Federal de Goiás (UFG)

Possui graduação em Letras Vernáculas, mestrado em Letras e Linguística e doutorado em Letras e Linguística pela Universidade Federal da Bahia (UFBA). Atualmente, é professora titular da Universidade Federal de Goiás (UFG) e bolsista de Produtividade em Pesquisa do CNPq – Nível C. Tem experiência na área de Letras, com ênfase em Morfologia, Léxico, Onomástica e Linguística Histórica. A partir de perspectivas diacrônica e sincrônica, investiga o léxico comum e o léxico onomástico, especialmente a antroponímia, com enfoque nos processos morfológicos envolvidos em sua constituição, bem como nas formações genolexicais do português e de outras línguas românicas, com foco na derivação e em processos não concatenativos. Atualmente, seus projetos estão voltados para os processos semântico-cognitivos envolvidos na constituição morfológica do léxico comum e onomástico, incluindo estudos da gramática do português em perspectiva cognitivista, particularmente no âmbito da Morfologia Construcional e da Gramática de Construções. É membro do corpo docente do Programa de Pós-Graduação em Língua e Cultura (PPGLinC) da Universidade Federal da Bahia (UFBA) e do Programa de Pós-Graduação em Linguística (PPGL) da Universidade de Brasília (UnB).

Mônica Nunes Carneiro, Universidade Federal da Bahia (UFBA)

Doutoranda no Programa de Pós-Graduação em Língua e Cultura (PPGLinC) da Universidade Federal da Bahia (UFBA), mestra em Estudos Linguísticos pelo Programa de Pós-Graduação em Estudos Linguísticos (PPGEL) da Universidade Estadual de Feira de Santana (UEFS) e graduada em Letras vernáculas pela mesma instituição. Integra o grupo de pesquisa Observatório Construcionista e Cognitivo-Funcional do Português (CONPOR), onde desenvolve pesquisas na área da Morfologia Construcional, com ênfase nas formações X-oso, desde a forma originária X-osus, no latim, até o seu desenvolvimento nas línguas ibero-românicas, em especial, português, espanhol e galego. Durante a graduação, atuou como voluntária do Programa de Iniciação Científica por três anos consecutivos e participou do Programa Residência Pedagógica. Atualmente, leciona aulas de Português e Redação na rede privada de Feira de Santana.

Raphael Alves de Oliveira, Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ)

Doutorando em Linguística pelo Programa de Pós-Graduação em Letras da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (PPGLILP/UERJ), mestre em Linguística e graduado em Letras – Português/Francês pela mesma instituição. Pesquisador do Observatório Construcionista e Cognitivo-Funcional do Português (CONPOR/UFBA), desenvolve atualmente pesquisas em Morfologia Construcional, Semântica de Frames e Metapragmática. É bolsista da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES).

Références

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Publié-e

2026-09-21

Comment citer

SOLEDADE, Juliana; NUNES CARNEIRO, Mônica; ALVES DE OLIVEIRA, Raphael. Quando os nomes encontram os esquemas: uma conversa com Juliana Soledade. Palimpsesto - Revista do Programa de Pós-Graduação em Letras da UERJ, Rio de Janeiro, v. 25, n. 52, p. 57–94, 2026. DOI: 10.12957/palimpsesto.2026.101755. Disponível em: https://www.e-publicacoes.uerj.br/palimpsesto/article/view/101755. Acesso em: 21 sept. 2026.