Oralidade e escrita: uma análise diassistêmica

Autores

DOI:

https://doi.org/10.12957/palimpsesto.2026.100179

Palavras-chave:

Gramática de Construções Diassistêmica, oralidade, escrita, diaconstruções.

Resumo

Este artigo propõe uma reanálise dos dados apresentados por Leite e Nascimento (2024) sobre a ditongação em sílabas com coda preenchida por /S/ e /l/ no português do Brasil à luz dos pressupostos da Gramática de Construções Diassistêmica. Argumenta-se que as ocorrências podem ser compreendidas como resultado da interação entre modalidades linguísticas integradas em uma mesma rede construcional, refletindo a ativação de esquemas fonológico-grafemáticos entrincheirados. Propõe-se o compartilhamento de modalidades em representações relacionais diassistêmicas. Os resultados sugerem que os chamados "desvios ortográficos" consideram a atuação de mecanismos cognitivos de domínio geral sobre representações fonológico-ortográficas ainda em processo de consolidação, mobilizando a interação entre fonologia, ortografia e uso.

 

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Biografia do Autor

Matheus Esteves Leite, Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ)

Mestrando em Linguística do Programa de Pós-Graduação em Linguística da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).

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Publicado

2026-09-21

Como Citar

ESTEVES LEITE, Matheus. Oralidade e escrita: uma análise diassistêmica. Palimpsesto - Revista do Programa de Pós-Graduação em Letras da UERJ, Rio de Janeiro, v. 25, n. 52, p. 368–391, 2026. DOI: 10.12957/palimpsesto.2026.100179. Disponível em: https://www.e-publicacoes.uerj.br/palimpsesto/article/view/100179. Acesso em: 21 set. 2026.