POLÍTICAS PÚBLICAS E EDUCAÇÃO INFANTIL:

UM OLHAR SOBRE O DÉFICIT DE CRECHES NA CIDADE DO RIO DE JANEIRO

Authors

  • Bruno Delecave PUC-Rio
  • Carlos Eduardo Lima Araújo

DOI:

https://doi.org/10.12957/intratextos.2025.94625

Keywords:

Déficit de Creches, Educação Infantil, Políticas Públicas Educacionais, Direito à Educação, Rio de Janeiro

Abstract

As políticas públicas são essenciais para mudança positiva de nossa sociedade. Através delas, o governo interfere no bem-estar social de milhões de indivíduos que precisam de serviços públicos. No que se refere à educação, as políticas públicas de creches são as responsáveis por garantir o direito à iniciação educativa na infância, imprescindível para o desenvolvimento das crianças, um dever do Estado brasileiro fornecer vagas em creches públicas desde a proclamação da Constituição Federal de 1988. O objetivo do texto é produzir uma reflexão sobre as creches públicas no Brasil, com o recorte territorial do município do Rio de Janeiro. A metodologia é a revisão integrativa bibliográfica e ao mesmo tempo dados das ofertas, demanda e déficit de creches na cidade de acordo com os dados estatísticos levantados. A pesquisa tem como resultado que na cidade do Rio de Janeiro existe uma insuficiência de vagas em creches públicas que interfere no desenvolvimento socioeconômico de milhares de famílias cariocas, principalmente das famílias que habitam os bairros da região da zona oeste. O direito à creche representa uma conquista, sem a qual dificulta a quebra do ciclo social da pobreza que aprisiona inúmeras famílias brasileiras.

Author Biography

Carlos Eduardo Lima Araújo

Mestre pelo Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio); Integrante do Núcleo de Estudos sobre Federalismo, Política e Desenvolvimento (NUFEPD).

Published

2026-08-04

How to Cite

Delecave, B., & Lima Araújo, C. E. (2026). POLÍTICAS PÚBLICAS E EDUCAÇÃO INFANTIL: : UM OLHAR SOBRE O DÉFICIT DE CRECHES NA CIDADE DO RIO DE JANEIRO. Revista Intratextos, 16(2), 81–102. https://doi.org/10.12957/intratextos.2025.94625