“A causa de um é a causa de todos”. Greves e sindicatos em Portugal 1870, um olhar da história global

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DOI:

https://doi.org/10.12957/rep.2023.76090

Resumo

Neste artigo analisamos o período da primeira onda de greves em Portugal relacionando-as com a situação histórica internacional, em particular a crise econômica da grande depressão de 1870, a fundação da Associação Internacional dos Trabalhadores – a Fraternidade Operária – nesse período, a revolução ibérica de 1868. A partir de 1870, Portugal conhece a greve, que, mesmo reprimida, restringida ou proibida de fato até 1974, nunca mais deixará o panorama social contemporâneo. Uma das características fundamentais da produção capitalista, desde então, é a paragem da produção pelos trabalhadores. Que condições se criaram para que uma nova palavra tenha surgido no léxico social, e, pese embora a dureza da repressão que sobre os trabalhadores se abateu, nunca mais tenha deixado a realidade social?

 

Palavras-Chave: greves; Portugal; Fraternidade Operária; Comuna de Paris.

Biografia do Autor

Raquel Varela, Universidade Nova de Lisboa - UNL

Universidade Nova de Lisboa, Lisboa, Portugal. E-mail: raquelvarela@fcsh.unl.pt. Orcid: https://orcid.org/0000-0001-6121-1379.

 

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Publicado

31-05-2023

Como Citar

Varela, R. (2023). “A causa de um é a causa de todos”. Greves e sindicatos em Portugal 1870, um olhar da história global. Revista Em Pauta: Teoria Social E Realidade contemporânea, 21(52). https://doi.org/10.12957/rep.2023.76090