ENTREVISTA: A Rica Experiência de Formação do e com o MST

Maristela Dal Moro*; Geraldo Gasparin**

Resumo


Na perspectiva de uma maior concretude do projeto ético-político do Serviço Social no Brasil, tem havido nos últimos anos uma forte aproximação entre as unidades de formação profissional e os movimentos sociais, dentre os quais se destaca o Movimento Nacional dos Trabalhadores Sem Terra – MST. Esse importante movimento tem desencadeado uma estratégia de formação de seus militantes e de outros movimentos sociais e, a partir disso, fundou a Escola Nacional Florestan Fernandes. Ali, os militantes tomam contato com um variado cardápio crítico de conteúdos que vão desde a teoria social, o entendimento do modo de produção capitalista, a formação social brasileira e suas particularidades, até discussões sobre o movimento e os processos de formação da consciência. Contudo, essa estratégia vem passando também pelo estreitamento de laços com as universidades públicas, por meio muitas vezes do Serviço Social, criando cursos de graduação para turmas especiais, como na UFRJ, formadas por militantes dos movimentos. Nossa entrevista com Maristela Dal Moro e Geraldo Gasparin interpela dois protagonistas desse processo, na perspectiva de socializar a experiência e, sobretudo, de mostrar como a formação profissional em Serviço Social pode fortalecer os movimentos sociais.
Por  Alba Tereza Barroso de Castro

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DOI: https://doi.org/10.12957/rep.2011.2503

 

 

                                              

ISSN: 1414-8609 | e-ISSN: 2238-3786 JournalDOI: http://doi.org/10.12957/rep

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