Intimidade - o incomum lugar comum num universo de alheios

Luciana Bicalho Cavanellas

Resumo


Vivemos o tempo da alta ou da pós-modernidade. O momento é de velocidade, multiplicidade, inovações tecnológicas, futuro, ausência de historicidade, falta de referências e desconforto.
A relação terapêutica pode ser vista como um lugar incomum para se encontrar com o outro e consigo mesmo, num mundo ditado pelas forças da alienação e do desencontro. A psicoterapia confirma seu lugar, mas suplica a reflexão. A intimidade aparece como possibilidade e acaba por constituir formas comuns e pessoais de busca de sentido. A Gestalt-terapia, como proposta de base fenomenológica-existencial, oferece-se ao fluxo da experiência, intencionando compreendê-la e afirmá-la como fonte possível de abertura e criação.

Palavras-chave


Modernidade; Intimidade; Gestalt-terapia

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DOI: https://doi.org/10.12957/epp.2009.9142

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